Formado no Benfica, o jovem atleta acabaria por, na segunda metade da década dos anos 30, prosseguir a ainda curta carreira noutro emblema lisboeta. Já no Belenenses, mesmo com a qualidade do grupo de trabalho a não facilitar a sua afirmação, o atacante passaria a desenhar-se como uma das figuras dos “Azuis”. A sua integração no conjunto sediado nas Salésias, com posição assegurada no sector mais ofensivo da equipa sénior, contribuiria para alguns episódios importantes. Com o clube a chegar ao derradeiro desafio das edições de 1939/40 e 1940/41 da Taça de Portugal, Alberto de Jesus sublinharia a sua relevância e seria um dos nomes chamado a campo na primeira das duas finais referidas.
Mas apesar do saldo positivo retirado da passagem pelo Belenenses, seria a mudança para o Estoril Praia que iria, passados alguns anos, catapultar a sua carreira. Com a entrada no emblema da Linha de Cascais na campanha de 1941/42, o jogador passaria a disputar a 2ª divisão. Todavia, a época de 1943/44 traria os primeiros sinais de uma vincada mudança. Depois de confirmada a subida de escalão e, com tal feito, assegurar a estreia do clube no patamar maior do futebol luso, os “Canarinhos” marcariam presença no derradeiro encontro da Taça de Portugal. Com a peleja frente ao Benfica agendada para o Estádio das Salésias, o regresso a uma “casa” que bem conhecia, adicionaria à carreira do atleta outra final. Contudo, para sua infelicidade, a nova tentativa para ganhar o troféu, resultaria em mais uma derrota.
Outro dos momentos inolvidáveis para Alberto de Jesus enquanto atleta do Estoril Praia, seria a chamada à equipa nacional. Por altura de um “particular” agendado para Madrid, ser-lhe-ia dada a primeira oportunidade para envergar a principal “camisola das quinas”. Depois de Miguel Lourenço, a partida frente à Espanha torná-lo-ia no segundo futebolista do clube a representar o conjunto “A” de Portugal. Numa altura em que os “matches” de selecções escasseavam, ao jogo disputado no dia 21 de Março de 1948 seguir-se-iam outras ocasiões e o jogador ainda acrescentaria ao currículo mais 1 internacionalização “A” e outra pelo conjunto “B”.
Para além do estatuto alcançado com as chamadas às equipas nacionais, as qualidades apresentadas por Alberto de Jesus a cada jornada disputada, características que permitiriam ao jogador posicionar-se em diversos lugares, mantê-lo-iam como um dos mais conceituados atletas a actuar em Portugal. Com o seu emblema cimentado no convívio com os “grandes”, as temporadas cumpridas por si até ao final da carreira em 1953, cimentá-lo-iam como uma das grandes figuras da história do clube. Com 12 temporadas cumpridas de amarelo vestido, 8 delas feitas no escalão máximo luso, os 182 jogos pelo Estoril Praia na 1ª divisão, torná-lo-iam no atleta com mais partidas conseguidas pela agremiação "canarinha" no patamar maior do futebol português.
Outro dos momentos inolvidáveis para Alberto de Jesus enquanto atleta do Estoril Praia, seria a chamada à equipa nacional. Por altura de um “particular” agendado para Madrid, ser-lhe-ia dada a primeira oportunidade para envergar a principal “camisola das quinas”. Depois de Miguel Lourenço, a partida frente à Espanha torná-lo-ia no segundo futebolista do clube a representar o conjunto “A” de Portugal. Numa altura em que os “matches” de selecções escasseavam, ao jogo disputado no dia 21 de Março de 1948 seguir-se-iam outras ocasiões e o jogador ainda acrescentaria ao currículo mais 1 internacionalização “A” e outra pelo conjunto “B”.
Para além do estatuto alcançado com as chamadas às equipas nacionais, as qualidades apresentadas por Alberto de Jesus a cada jornada disputada, características que permitiriam ao jogador posicionar-se em diversos lugares, mantê-lo-iam como um dos mais conceituados atletas a actuar em Portugal. Com o seu emblema cimentado no convívio com os “grandes”, as temporadas cumpridas por si até ao final da carreira em 1953, cimentá-lo-iam como uma das grandes figuras da história do clube. Com 12 temporadas cumpridas de amarelo vestido, 8 delas feitas no escalão máximo luso, os 182 jogos pelo Estoril Praia na 1ª divisão, torná-lo-iam no atleta com mais partidas conseguidas pela agremiação "canarinha" no patamar maior do futebol português.