Djalma Nascimento Freitas chegaria, em 1957 e numa altura em que ainda era júnior, à equipa principal do Caxangá EC. Pouco tempo bastaria para que, na época de 1958, assinasse o primeiro contrato como futebolista profissional. No entanto, a sua passagem pelo América de Pernambuco seria de curta duração. As suas excelsas qualidades técnicas e o enorme faro para o golo logo haveriam de pô-lo no caminho de emblemas com ambições maiores e a campanha de 1959 marcaria o início da sua ligação com o Sport Recife.
Naquela que é um das mais importantes colectividades do Estado de Pernambuco, Djalma continuaria a revelar enorme habilidade para as funções de avançado-centro. De tal forma boas seriam as aferições feitas às suas exibições, que o seu nome depressa passaria a estar na boca de todos os que, já a nível nacional, tinham por hábito acompanhar as pelejas oferecidas pela modalidade. Nesse sentido, corria a temporada de 1961, o São Paulo, orientado por Flávio Costa, treinador com duas passagens pelo FC Porto, pediria autorização ao Sport Recife para incluir o jogador numa digressão a fazer pela América do Sul. Com os jogos planeados para a viagem a correrem de feição ao jogador, à chegada ao Brasil, os responsáveis pelo “Tricolor” encetariam negociações com o clube detentor do seu passe, no sentido de uma possível transferência. Porém, as exigências tornar-se-iam altas demais e a hipotética mudança de emblema haveria de cair por terra.
Seria também por essa altura que a vinda de Djalma para Portugal haveria de estar em cima da mesa. Segundo o que haveria de ser veiculado, com o presidente do Sport Recife natural da Covilhã, as negociações com vista à sua entrada nos “ Leões da Serra” até chegariam a bom porto. Contudo, mesmo à beira de consumar a travessia atlântica, o negócio claudicaria e o avançado permaneceria ao serviço da agremiação pernambucana.
Ao manter-se com a camisola do Sport Recife, ao serviço do qual, em 1961 e 1962, viria a sagrar-se bicampeão estadual, Djalma também conquistaria, no primeiro dos anos referidos, o título de Melhor Marcador da prova. Ainda assim, mesmo com os sucessos alcançados, o atleta continuaria a alimentar o sonho de jogar fora de fronteiras. Essa oportunidade surgiria na temporada de 1965/66. Já como atleta do Vitória Sport Clube, onde, à chegada ao Minho, a manigância do presidente da colectividade vimaranense haveria de retirar 5 anos à idade oficial do jogador, o avançado-centro, desde logo, conseguiria um lugar de destaque no plantel. No entanto, muito para além das capacidades desportivas, o seu carácter irascível, associado a uma vida fora dos campos sublinhada em excessos com o álcool, variadíssimas ostentações materiais e diversos acidentes rodoviários, em pouco contribuiriam para que o atacante viesse a tornar-se numa figura consensual entre as restantes personalidades do futebol luso.
Mesmo assim, os seus desempenhos, nesse ano de estreia no Campeonato Nacional da 1ª divisão, levá-lo-iam a disputar os lugares cimeiros da tabela dos Melhores Marcadores da prova. Porém, dizem que já bastante aborrecidos com as atitudes excessivas do jogador, os dirigentes aproveitariam o interesse do FC Porto para forçarem a sua saída da cidade de Guimarães. No entanto, a chegada aos “Azuis e Brancos”, à altura comandados por José Maria Pedroto, em nada mudaria o seu estilo. Djalma, nessa temporada de 1966/67, continuaria com a pontaria bastante afinada e fora dos contextos desportivos, como até aí, manter-se-ia a alimentar a imagem de alguém com um temperamento e costumes bastante problemáticos.
Com as polémicas a sobreporem-se às capacidades futebolísticas, a verdade é que a preponderância mostrada dentro do rectângulo de jogo não deixariam o avançado afastar-se do alinhamento inicial dos “Dragões”. Tamanha importância levá-lo-ia, por exemplo, ao “onze” escolhido para a final da edição de 1967/68 da Taça de Portugal. No Jamor, mesmo sem concretizar qualquer golo, seria uma das grandes figuras do FC Porto, no triunfo frente ao Vitória Futebol Clube. Todavia, esse seria o único título ganho ao serviço da colectividade sediada na “Cidade Invicta” e o termo da temporada de 1968/69 marcaria o fim da sua ligação ao clube nortenho.
Seguir-se-ia o plantel de 1969/70 do Belenenses. Contudo, a sua passagem por Lisboa ficaria marcada, muito mais do que pelos episódios desportivos, por um novo e gravíssimo acidente de automóvel. O jogador, que viria a confessar-se embriagado e ofuscado pelos faróis de um camião, acabaria por não evitar o atropelamento mortal de três pessoas. O incidente empurrá-lo-ia para uma pena de prisão, cumprida entre as cadeias do Montijo e de Sintra. Com o termo do encarceramento, o avançado-centro ainda regressaria às contendas competitivas dos “Azuis”. Todavia, a tolerância dos responsáveis directivos pelos homens do Restelo acabaria e, cedido por empréstimo, o jogador, viveria as temporadas de 1971/72 e 1972/73, respectivamente com as cores do Oriental e do Marinhense. Por fim, quando já contava 40 anos de idade e após representar o Sporting de Espinho de 1973/74, surgiria o final da sua carreira como futebolista.
Naquela que é um das mais importantes colectividades do Estado de Pernambuco, Djalma continuaria a revelar enorme habilidade para as funções de avançado-centro. De tal forma boas seriam as aferições feitas às suas exibições, que o seu nome depressa passaria a estar na boca de todos os que, já a nível nacional, tinham por hábito acompanhar as pelejas oferecidas pela modalidade. Nesse sentido, corria a temporada de 1961, o São Paulo, orientado por Flávio Costa, treinador com duas passagens pelo FC Porto, pediria autorização ao Sport Recife para incluir o jogador numa digressão a fazer pela América do Sul. Com os jogos planeados para a viagem a correrem de feição ao jogador, à chegada ao Brasil, os responsáveis pelo “Tricolor” encetariam negociações com o clube detentor do seu passe, no sentido de uma possível transferência. Porém, as exigências tornar-se-iam altas demais e a hipotética mudança de emblema haveria de cair por terra.
Seria também por essa altura que a vinda de Djalma para Portugal haveria de estar em cima da mesa. Segundo o que haveria de ser veiculado, com o presidente do Sport Recife natural da Covilhã, as negociações com vista à sua entrada nos “ Leões da Serra” até chegariam a bom porto. Contudo, mesmo à beira de consumar a travessia atlântica, o negócio claudicaria e o avançado permaneceria ao serviço da agremiação pernambucana.
Ao manter-se com a camisola do Sport Recife, ao serviço do qual, em 1961 e 1962, viria a sagrar-se bicampeão estadual, Djalma também conquistaria, no primeiro dos anos referidos, o título de Melhor Marcador da prova. Ainda assim, mesmo com os sucessos alcançados, o atleta continuaria a alimentar o sonho de jogar fora de fronteiras. Essa oportunidade surgiria na temporada de 1965/66. Já como atleta do Vitória Sport Clube, onde, à chegada ao Minho, a manigância do presidente da colectividade vimaranense haveria de retirar 5 anos à idade oficial do jogador, o avançado-centro, desde logo, conseguiria um lugar de destaque no plantel. No entanto, muito para além das capacidades desportivas, o seu carácter irascível, associado a uma vida fora dos campos sublinhada em excessos com o álcool, variadíssimas ostentações materiais e diversos acidentes rodoviários, em pouco contribuiriam para que o atacante viesse a tornar-se numa figura consensual entre as restantes personalidades do futebol luso.
Mesmo assim, os seus desempenhos, nesse ano de estreia no Campeonato Nacional da 1ª divisão, levá-lo-iam a disputar os lugares cimeiros da tabela dos Melhores Marcadores da prova. Porém, dizem que já bastante aborrecidos com as atitudes excessivas do jogador, os dirigentes aproveitariam o interesse do FC Porto para forçarem a sua saída da cidade de Guimarães. No entanto, a chegada aos “Azuis e Brancos”, à altura comandados por José Maria Pedroto, em nada mudaria o seu estilo. Djalma, nessa temporada de 1966/67, continuaria com a pontaria bastante afinada e fora dos contextos desportivos, como até aí, manter-se-ia a alimentar a imagem de alguém com um temperamento e costumes bastante problemáticos.
Com as polémicas a sobreporem-se às capacidades futebolísticas, a verdade é que a preponderância mostrada dentro do rectângulo de jogo não deixariam o avançado afastar-se do alinhamento inicial dos “Dragões”. Tamanha importância levá-lo-ia, por exemplo, ao “onze” escolhido para a final da edição de 1967/68 da Taça de Portugal. No Jamor, mesmo sem concretizar qualquer golo, seria uma das grandes figuras do FC Porto, no triunfo frente ao Vitória Futebol Clube. Todavia, esse seria o único título ganho ao serviço da colectividade sediada na “Cidade Invicta” e o termo da temporada de 1968/69 marcaria o fim da sua ligação ao clube nortenho.
Seguir-se-ia o plantel de 1969/70 do Belenenses. Contudo, a sua passagem por Lisboa ficaria marcada, muito mais do que pelos episódios desportivos, por um novo e gravíssimo acidente de automóvel. O jogador, que viria a confessar-se embriagado e ofuscado pelos faróis de um camião, acabaria por não evitar o atropelamento mortal de três pessoas. O incidente empurrá-lo-ia para uma pena de prisão, cumprida entre as cadeias do Montijo e de Sintra. Com o termo do encarceramento, o avançado-centro ainda regressaria às contendas competitivas dos “Azuis”. Todavia, a tolerância dos responsáveis directivos pelos homens do Restelo acabaria e, cedido por empréstimo, o jogador, viveria as temporadas de 1971/72 e 1972/73, respectivamente com as cores do Oriental e do Marinhense. Por fim, quando já contava 40 anos de idade e após representar o Sporting de Espinho de 1973/74, surgiria o final da sua carreira como futebolista.

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