Com a formação concluída no emblema da terra natal, Luís Miguel de Sousa Bolinhas, na altura de transitar para a equipa principal, deixaria o Almada para, na temporada de 1989/90, ingressar no Pescadores da Costa da Caparica. Após cumprir a mencionada época na disputa da 3ª divisão, seguir-se-ia, com a subida de um escalão competitivo, a transferência para o Sacavenense. No entanto, apesar de demonstrar uma evolução prometedora, a verdade é que o extremo ainda demoraria alguns anos até conseguir dar o salto para um emblema com ambições primodivisionárias e feitas 5 campanhas no universo sénior, somando a essa experiência uma passagem de dois anos pelo Quarteirense, o jogador veria na mudança para o Sporting de Espinho a oportunidade que há muito ambicionava.
Com a chegada aos “Tigres da Costa Verde” a acontecer na temporada de 1994/95, Bolinhas, durante um par de campanhas, ainda teria de competir na divisão de Honra. Treinado inicialmente por Luís Norton de Matos, o atacante depressa conseguiria afirmar-se como uma das principais figuras do conjunto sediado no distrito de Aveiro. Como o dono de um lugar no “onze” inicial, o extremo daria um enorme contributo para as prestações do colectivo alvinegro. Nesse sentido, numa altura em que já era orientado por Adelino Teixeira, o 3º posto na tabela classificativa de 1995/96, alcançado no escalão referido no começo deste parágrafo, dar-lhe-ia, na época seguinte, o direito a estrear-se entre os “grandes”. Apesar da inexperiência no patamar máximo, o avançado não claudicaria perante os requisitos associadas àquela que é a competição de maior monta no calendário português de futebol e num sector ofensivo que também contava com elementos como Artur Jorge Vicente ou com Caetano, o atleta saberia manter-se com um dos pilares da equipa.
Apesar da estreia no patamar máximo ter constituído um marco deveras importante na sua carreira, a verdade é que o jogador rapidamente regressaria às contendas do escalão secundário. Com a descida do Sporting de Espinho, e sem abandonar o clube, Bolinhas passaria a temporada de 1997/98 de volta à divisão de Honra. Já o regresso ao escalão maior dar-se-ia na campanha de 1998/99, numa altura em que já representava o Rio Ave. Contudo, a entrada no emblema de Vila do Conde não recuperaria os resultados anteriormente conseguidos e treinado por Carlos Brito, mesmo tendo alcançado números aceitáveis, o extremo nunca haveria de tornar-se num dos nomes indiscutíveis para o aludido técnico.
O período passado de “caravela” ao peito acabaria mesmo por dar ao jogador a derradeira experiência na 1ª divisão. De seguida, mesmo ao passar por colectividades com ambições à subida, a perseguida promoção jamais aconteceria. Académica de Coimbra e os regressos ao Rio Ave e ao Sporting de Espinho redigir-se-iam como os capítulos dessa parte da carreira do atacante. Fase que antecederia a entrada nos últimos desafios da sua caminhada enquanto futebolista, a qual, após envergar as camisolas do Sintrense e do Almada, findaria, segundo a informação retirada do “site” oficial da Federação Portuguesa de Futebol, com o termo das provas agendadas para temporada de 2004/05.
Com a chegada aos “Tigres da Costa Verde” a acontecer na temporada de 1994/95, Bolinhas, durante um par de campanhas, ainda teria de competir na divisão de Honra. Treinado inicialmente por Luís Norton de Matos, o atacante depressa conseguiria afirmar-se como uma das principais figuras do conjunto sediado no distrito de Aveiro. Como o dono de um lugar no “onze” inicial, o extremo daria um enorme contributo para as prestações do colectivo alvinegro. Nesse sentido, numa altura em que já era orientado por Adelino Teixeira, o 3º posto na tabela classificativa de 1995/96, alcançado no escalão referido no começo deste parágrafo, dar-lhe-ia, na época seguinte, o direito a estrear-se entre os “grandes”. Apesar da inexperiência no patamar máximo, o avançado não claudicaria perante os requisitos associadas àquela que é a competição de maior monta no calendário português de futebol e num sector ofensivo que também contava com elementos como Artur Jorge Vicente ou com Caetano, o atleta saberia manter-se com um dos pilares da equipa.
Apesar da estreia no patamar máximo ter constituído um marco deveras importante na sua carreira, a verdade é que o jogador rapidamente regressaria às contendas do escalão secundário. Com a descida do Sporting de Espinho, e sem abandonar o clube, Bolinhas passaria a temporada de 1997/98 de volta à divisão de Honra. Já o regresso ao escalão maior dar-se-ia na campanha de 1998/99, numa altura em que já representava o Rio Ave. Contudo, a entrada no emblema de Vila do Conde não recuperaria os resultados anteriormente conseguidos e treinado por Carlos Brito, mesmo tendo alcançado números aceitáveis, o extremo nunca haveria de tornar-se num dos nomes indiscutíveis para o aludido técnico.
O período passado de “caravela” ao peito acabaria mesmo por dar ao jogador a derradeira experiência na 1ª divisão. De seguida, mesmo ao passar por colectividades com ambições à subida, a perseguida promoção jamais aconteceria. Académica de Coimbra e os regressos ao Rio Ave e ao Sporting de Espinho redigir-se-iam como os capítulos dessa parte da carreira do atacante. Fase que antecederia a entrada nos últimos desafios da sua caminhada enquanto futebolista, a qual, após envergar as camisolas do Sintrense e do Almada, findaria, segundo a informação retirada do “site” oficial da Federação Portuguesa de Futebol, com o termo das provas agendadas para temporada de 2004/05.

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