
As qualidades que, desde cedo mostrou ter, foram responsáveis pela cobiça de clubes de maior monta. Aos 18 anos, Fernando Cabrita, a treinar o Beira-Mar, levou-o para junto de si. No Estádio Mário Duarte cresceu, teve o privilégio de jogar ao lado de Eusébio e mostrou a todos que a sua excelência não ficaria por ali ancorada. Do interesse de vários emblemas de topo, preferiu o apelo de José Maria Pedroto, a outros como o do Benfica, Belenenses ou Sporting. No FC Porto esteve 8 anos, que teriam sido consecutivos não fosse a passagem por Alvalade, entre 1984 e 1986. Ainda assim, foi de "Dragão" ao peito que o médio conquistou os mais almejados troféus. Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Taça dos Clubes Campeões Europeus, Supertaça Europeia, Taça Intercontinental passaram a fazer parte do seu palmarés.
No ocaso da sua carreira, o regresso ao Beira-Mar deu-lhe, em 1990/91, mais uma presença no Jamor. Depois seguiram-se o Gil Vicente e a Ovarense. Finalmente, e de volta a São João da Madeira, decidiu-se, aos 39 anos, pelo fim da uma caminhada cheia de glórias desportivas.
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