Com grandes aptidões para o desporto, Randolph Septimus Galloway teria no rugby e no atletismo as duas primeiras paixões competitivas. No entanto, seria no futebol que veria as suas aptidões físicas mais valorizadas. Terminadas as comissões militares no âmbito da I Grande Guerra, o jovem praticante, ao regressar à terra natal, teria no Sunderland Tramways a grande oportunidade para encetar a carreira. Começaria como defesa-central e durante diversas temporadas manter-se-ia como uma das estrelas do emblema sediado no nordeste inglês.
A qualidade revelada durante esses primeiros anos da carreira levá-lo-ia a ser cobiçado por emblemas de maior monta. Ao treinar à experiência durante cerca de um mês, os bons desempenhos alcançados durante esse período, fariam com que os responsáveis pelo Derby County, no reforço do plantel de 1921/22, oferecessem um contrato profissional ao jogador. Progressivamente a conquistar um lugar na equipa, onde também começaria a revelar aptidões para o desempenho das funções associadas aos pontas-de-lança, Randolph Galloway veria a sua cotação a subir. Como uma das figuras do emblema das East Midlands, o atleta ajudaria o clube a chegar às meias-finais da edição de 1922/23 da FA Cup. No ano seguinte, os 21 golos concretizados na Liga conferir-lhe-iam uma maior atractividade e mesmo nunca tendo passado do 2º escalão inglês, outras agremiações viriam no seu encalço.
Com o Liverpool a adiantar-se na corrida pela sua contratação, seria o Nottingham Forest, com uma proposta superior, a conseguir convencer o atleta. A mudança para o City Ground faria com o jogador, nessa campanha de 1924/25, efectuasse a sua estreia na First Division. Contudo, a referida temporada, em termos individuais e colectivos, não correria de feição. Com poucas partidas disputadas e ainda menos golos concretizados, o pior surgiria, no termo da época, com a descida de patamar. Galloway, de volta às pelejas do degrau secundário, ainda continuaria a representar os “Garibaldis” por mais dois anos, mas mantendo-se a discrição exibicional, a mudança para o Luton Town de 1927/28 emergiria como a melhor solução para a sua caminhada competitiva.
A verdade é que a chegada a Kenilworth Road não traria grandes mudanças a uma etapa menos boa do avançado. Apesar de ser aferido como um atacante possante, rápido e dono de um bom remate com ambos os pés, Randolph Galloway vestiria a camisola dos “Hatters” somente por alguns meses. Em Janeiro de 1928, dando seguimento a uma fase mais errante do seu trajecto, o ponta-de-lança seria apresentado como reforço do Coventry City. Já no início da temporada seguinte seria a vez do Tottenham Hotspurs apresentar o jogador como membro integrante do seu plantel. Em White Hart Lane, com um arranque fulgurante, o avançado-centro ainda alimentaria a ideia de uma espécie de renascimento. Porém, uma terrível lesão deitaria por terra tais esperanças e o resto da época, passada entre a equipa principal e os “reservas”, empurrá-lo-ia para a decisão de deixar a competição profissional.
De regresso à zona de onde era originário, Randolph Galloway, por um par de ocasiões, ainda abraçaria os desafios lançados aos amadores do Grantham Town. Definitivamente afastado das tarefas de futebolista, ainda assim, o antigo avançado não deixaria a modalidade. Logo na campanha seguinte a “pendurar as chuteiras”, o convite do Sporting Gijón levá-lo-ia até Espanha. No país de “Nuestros Hermanos” ainda passaria por Valência e pelo Racing Santander. Depois, com o termo da 2ª Guerra Mundial, viriam as passagens pela selecção do Costa Rica, pelos uruguaios do Peñarol e pelos suíços do Young Fellows Zürich.
Finalmente, a temporada de 1950/51 trá-lo-ia até Portugal. Como treinador do Sporting, Randolph Galloway marcou um período de 3 temporadas caracterizadas pelas saídas e entradas de muitos jogadores. Ainda assim, apesar dessa pequena revolução, o saldo da sua passagem por Lisboa seria deveras positivo, com os “Leões” a conquistar o segundo Tricampeonato da história da agremiação “alfacinha”.
Por fim, há que fazer referência à experiência vivida com o plantel de 1954/55 do Vitória Sport Clube, onde os resultados iriam contra o planeado, com o emblema minhoto, finda a referida temporada, a ter de enfrentar a descida de divisão.
A qualidade revelada durante esses primeiros anos da carreira levá-lo-ia a ser cobiçado por emblemas de maior monta. Ao treinar à experiência durante cerca de um mês, os bons desempenhos alcançados durante esse período, fariam com que os responsáveis pelo Derby County, no reforço do plantel de 1921/22, oferecessem um contrato profissional ao jogador. Progressivamente a conquistar um lugar na equipa, onde também começaria a revelar aptidões para o desempenho das funções associadas aos pontas-de-lança, Randolph Galloway veria a sua cotação a subir. Como uma das figuras do emblema das East Midlands, o atleta ajudaria o clube a chegar às meias-finais da edição de 1922/23 da FA Cup. No ano seguinte, os 21 golos concretizados na Liga conferir-lhe-iam uma maior atractividade e mesmo nunca tendo passado do 2º escalão inglês, outras agremiações viriam no seu encalço.
Com o Liverpool a adiantar-se na corrida pela sua contratação, seria o Nottingham Forest, com uma proposta superior, a conseguir convencer o atleta. A mudança para o City Ground faria com o jogador, nessa campanha de 1924/25, efectuasse a sua estreia na First Division. Contudo, a referida temporada, em termos individuais e colectivos, não correria de feição. Com poucas partidas disputadas e ainda menos golos concretizados, o pior surgiria, no termo da época, com a descida de patamar. Galloway, de volta às pelejas do degrau secundário, ainda continuaria a representar os “Garibaldis” por mais dois anos, mas mantendo-se a discrição exibicional, a mudança para o Luton Town de 1927/28 emergiria como a melhor solução para a sua caminhada competitiva.
A verdade é que a chegada a Kenilworth Road não traria grandes mudanças a uma etapa menos boa do avançado. Apesar de ser aferido como um atacante possante, rápido e dono de um bom remate com ambos os pés, Randolph Galloway vestiria a camisola dos “Hatters” somente por alguns meses. Em Janeiro de 1928, dando seguimento a uma fase mais errante do seu trajecto, o ponta-de-lança seria apresentado como reforço do Coventry City. Já no início da temporada seguinte seria a vez do Tottenham Hotspurs apresentar o jogador como membro integrante do seu plantel. Em White Hart Lane, com um arranque fulgurante, o avançado-centro ainda alimentaria a ideia de uma espécie de renascimento. Porém, uma terrível lesão deitaria por terra tais esperanças e o resto da época, passada entre a equipa principal e os “reservas”, empurrá-lo-ia para a decisão de deixar a competição profissional.
De regresso à zona de onde era originário, Randolph Galloway, por um par de ocasiões, ainda abraçaria os desafios lançados aos amadores do Grantham Town. Definitivamente afastado das tarefas de futebolista, ainda assim, o antigo avançado não deixaria a modalidade. Logo na campanha seguinte a “pendurar as chuteiras”, o convite do Sporting Gijón levá-lo-ia até Espanha. No país de “Nuestros Hermanos” ainda passaria por Valência e pelo Racing Santander. Depois, com o termo da 2ª Guerra Mundial, viriam as passagens pela selecção do Costa Rica, pelos uruguaios do Peñarol e pelos suíços do Young Fellows Zürich.
Finalmente, a temporada de 1950/51 trá-lo-ia até Portugal. Como treinador do Sporting, Randolph Galloway marcou um período de 3 temporadas caracterizadas pelas saídas e entradas de muitos jogadores. Ainda assim, apesar dessa pequena revolução, o saldo da sua passagem por Lisboa seria deveras positivo, com os “Leões” a conquistar o segundo Tricampeonato da história da agremiação “alfacinha”.
Por fim, há que fazer referência à experiência vivida com o plantel de 1954/55 do Vitória Sport Clube, onde os resultados iriam contra o planeado, com o emblema minhoto, finda a referida temporada, a ter de enfrentar a descida de divisão.

Sem comentários:
Enviar um comentário