Mostrar mensagens com a etiqueta Football 2011. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Football 2011. Mostrar todas as mensagens

214 - RENATO NETO

A onda de lesões que, durante a primeira metade de temporada, assolou o meio-campo leonino, agravada com a perda de protagonismo de André Santos nas contas de Domingos Paciência, levaram o técnico a procurar outro elemento para o sector intermediário da equipa. Como o dinheiro, confirmado pelo relatório recentemente apresentado e que põe o clube em falência técnica, é coisa que não abunda para os lados de Alvalade, nada melhor do que resolver a questão, conseguindo um reforço que já fazia parte dos quadros do emblema leonino.
Por essa razão, depois de um ano e meio a representar, por empréstimo, os belgas do Cercle de Brugge, Renato Neto regressou ao Sporting, a "casa" onde chegou com apenas 16 anos. Mas se houve alguém que viu o jovem brasileiro como um elemento “para fazer número”, ter-se-á espantado quando, logo para o embate entre o Sporting e o FC Porto, foi anunciada a sua estreia no Campeonato Nacional. Porém, apesar de uma aposta auspiciosa, a escolha do médio, resultou, tal como no resto das opções, numa partida envergonhada e mediana.
Verdade seja dita, os jogos seguintes, em Olhão e, em casa, frente ao Beira-Mar, muito por razão da má fase que os “Leões” tem vindo a atravessar, não foram, para o jogador, muito melhores que o “clássico”. Contudo, não duvidem: Renato Neto é um belíssimo intérprete e será, num futuro próximo, um dos bons elementos do plantel “verde e branco”.

170 - DEFOUR

Desde que tenho memória, e já lá vai uma boa série de anos, o FC Porto, mais do que qualquer outro emblema do espectro nacional, tem conseguido fazer uma gestão tal dos seus planteis que raros são os episódios em que um jogador acabado de contratar tem, de pronto, a necessidade de entrar no onze inicial “azul e branco”.
Este ano, falando especificamente de Defour, aconteceu o mesmo. O internacional belga que durante o Verão, a par de Mangala, chegou do Standard Liège, apesar de utilizado, tem passado maior parte dos desafios no banco de suplentes. No entanto, não podemos pensar que tal é sinonimo de falta de qualidade. Muito pelo contrário. O antigo “capitão” do emblema belga, até pelo que já revelou, é um intérprete inteligente, com boa visão de jogo, dono de uma técnica apurada e com enorme qualidade de passe. Com certeza que bastará o necessário período de adaptação, tempo que o FC Porto tão bem cede aos novos atletas, para que o médio, visto como um dos novos prodígios da Bélgica, revele toda a habilidade.
Com segurança, todos os adeptos portistas podem apostar que não tardará muito tempo para que vejam o jogador como a próxima “estrela” a brilhar de “Dragão” ao peito.

165 - MANGALA

Quando começou a correr boato que poderiam estar em marcha algumas tentativas para tirar Rolando do "Dragão" e levá-lo em direcção a Itália ou a Inglaterra, o FC Porto tratou logo de arranjar alguém que pudesse fazer face a uma tal hipotética transferência. Nesse sentido, qual a melhor maneira para contratar um novo jogador? A resposta é fácil: “Roubá-lo” ao rival Benfica!
Segundo os pasquins desportivos nacionais, aquele que chegou a estar na lista de possíveis contratações das “Águias”, como tem sido habitual nos últimos defesos, aterrou antes na "Cidade Invicta". Sem rodeios, há que dizer que esta jovem promessa do futebol francês assenta que nem uma luva na tradição portista de defesas-centrais. A prova foi dada no último encontro entre as selecções sub-21 gaulesa e portuguesa, onde, aos 65 minutos de jogo e após uma entrada duríssima sobre o benfiquista David Simão, um cartão vermelho directo obrigou o jovem atleta regressar aos balneários.
Fora de brincadeiras, é fácil reconhecer um enorme potencial no jogador que ainda agora chegou do Standard Liège. Com certeza que, depois de amainar um pouco o ímpeto típico de quem é inexperiente e de quem tem, também, muita vontade de mostrar as suas qualidades, Mangala acabará por revelar-se como um elemento de extrema utilidade à manobra defensiva dos "azuis e brancos".