Chegaria a jogar, ao serviço do Paços de Brandão, ao lado dos irmãos Carlos, Tono, Zeca, Mário e Quim. Tal como o último da família Belinha a ser mencionado, o qual envergaria as cores do Boavista, Vitorino Oliveira Belinha também atingiria o patamar máximo do futebol português. Ainda assim, conseguiria ir um pouco mais longe do que o referido mano e, numa carreira a levá-lo igualmente a vestir a “camisola das quinas”, o extremo-esquerdo cumpriria uma boa parte do seu trajecto competitivo no convívio com os “grandes”.
Júnior no Paços de Brandão, Vitorino, aos 16 anos, envergaria pela primeira vez a camisola sénior do emblema sediado na freguesia pertencente ao concelho de Santa Maria da Feira. Manter-se-ia como atleta do clube até que, na época de 1977/78, a sua presença na Zona Norte da 2ª divisão despertaria a atenção de colectividades de maior monta. Mantendo-se no mesmo escalão, a campanha de 1978/79 apresentá-lo-ia como reforço do plantel do Sporting de Espinho. Nos “Tigres da Costa Verde”, com Manuel José como treinador/jogador, o atacante, aos poucos, conseguiria conquistar um lugar de destaque. Nessa caminhada ascendente, o atleta viveria um dos melhores momentos com a estreia entre os “grandes” e a temporada de 1979/80 marcaria o arranque de uma senda a consagrá-lo como um dos históricos intérpretes a actuar nos palcos primodivisionários.
Pertença de um sector ofensivo onde também marcariam presença nomes como Móia, Canavarro ou Reis, Vitorino, na estreia na 1ª divisão e ainda como suplente, daria um bom contributo para o 7º posto alcançado pelo Sporting de Espinho no final do Campeonato Nacional. Já a titularidade começaria a saboreá-la, de forma mais consistente, na temporada de 1981/82. A partir da mencionada campanha, o atacante cimentar-se-ia como uma das figuras de proa a trabalhar no clube. Os predicados apresentados dentro de campo chegariam a dá-lo veiculado a emblemas como o Sporting ou o Benfica. Contudo, cochichos à parte, a verdade é que seria o Boavista a convencê-lo a mudar de camisola e o jogador, com o crescimento da sua cotação assente em 4 épocas consecutivas no degrau máximo, entraria no Bessa no encetar de 1983/84.
O reflexo inicial da chegada do extremo às “Panteras Negras” surgiria com o interesse, por parte dos responsáveis técnicos da Federação Portuguesa de Futebol, nas suas capacidades. Chamado aos desafios do conjunto “olímpico”, Vitorino entraria em campo com a “camisola das quinas”, a 4 de Outubro de 1983, numa partida frente à Republica Federal da Alemanha. Ainda nessa campanha de acesso aos Jogos organizados na cidade de Los Angeles, o atleta seria chamado a entrar em campo por mais uma vez e conseguiria, frente à congénere de Israel, uma 2ª internacionalização para o currículo pessoal.
Apesar da visibilidade ganha com a transferência para o Boavista, a verdade é que os 3 anos passados por Vitorino ao serviço da agremiação da cidade do Porto, não transpareceria toda a qualidade patente no atacante. Por razão da parca utilização, o jogador, ao findar a ligação contratual com os “Axadrezados”, regressaria ao Sporting de Espinho orientado, em 1986/87, por Quinito. De volta ao emblema que o tinha catapultado, o extremo manter-se-ia nas pelejas da 1ª divisão por outras 2 campanhas. Daí em diante, com a despromoção dos “Tigres da Costa Verde”, o atleta, após juntar ao seu trajecto um total de uma dezena de épocas consecutivas no contexto primodivisionário, não regressaria ao patamar máximo. Continuando a envergar o listado branco e preto por mais um par de anos, seguir-se-iam, numa carreira a aproximar-se do ocaso, as cores do União de Lamas, onde, com o termo das provas agendadas para 1996/97, viria a “pendurar as chuteiras”.
Júnior no Paços de Brandão, Vitorino, aos 16 anos, envergaria pela primeira vez a camisola sénior do emblema sediado na freguesia pertencente ao concelho de Santa Maria da Feira. Manter-se-ia como atleta do clube até que, na época de 1977/78, a sua presença na Zona Norte da 2ª divisão despertaria a atenção de colectividades de maior monta. Mantendo-se no mesmo escalão, a campanha de 1978/79 apresentá-lo-ia como reforço do plantel do Sporting de Espinho. Nos “Tigres da Costa Verde”, com Manuel José como treinador/jogador, o atacante, aos poucos, conseguiria conquistar um lugar de destaque. Nessa caminhada ascendente, o atleta viveria um dos melhores momentos com a estreia entre os “grandes” e a temporada de 1979/80 marcaria o arranque de uma senda a consagrá-lo como um dos históricos intérpretes a actuar nos palcos primodivisionários.
Pertença de um sector ofensivo onde também marcariam presença nomes como Móia, Canavarro ou Reis, Vitorino, na estreia na 1ª divisão e ainda como suplente, daria um bom contributo para o 7º posto alcançado pelo Sporting de Espinho no final do Campeonato Nacional. Já a titularidade começaria a saboreá-la, de forma mais consistente, na temporada de 1981/82. A partir da mencionada campanha, o atacante cimentar-se-ia como uma das figuras de proa a trabalhar no clube. Os predicados apresentados dentro de campo chegariam a dá-lo veiculado a emblemas como o Sporting ou o Benfica. Contudo, cochichos à parte, a verdade é que seria o Boavista a convencê-lo a mudar de camisola e o jogador, com o crescimento da sua cotação assente em 4 épocas consecutivas no degrau máximo, entraria no Bessa no encetar de 1983/84.
O reflexo inicial da chegada do extremo às “Panteras Negras” surgiria com o interesse, por parte dos responsáveis técnicos da Federação Portuguesa de Futebol, nas suas capacidades. Chamado aos desafios do conjunto “olímpico”, Vitorino entraria em campo com a “camisola das quinas”, a 4 de Outubro de 1983, numa partida frente à Republica Federal da Alemanha. Ainda nessa campanha de acesso aos Jogos organizados na cidade de Los Angeles, o atleta seria chamado a entrar em campo por mais uma vez e conseguiria, frente à congénere de Israel, uma 2ª internacionalização para o currículo pessoal.
Apesar da visibilidade ganha com a transferência para o Boavista, a verdade é que os 3 anos passados por Vitorino ao serviço da agremiação da cidade do Porto, não transpareceria toda a qualidade patente no atacante. Por razão da parca utilização, o jogador, ao findar a ligação contratual com os “Axadrezados”, regressaria ao Sporting de Espinho orientado, em 1986/87, por Quinito. De volta ao emblema que o tinha catapultado, o extremo manter-se-ia nas pelejas da 1ª divisão por outras 2 campanhas. Daí em diante, com a despromoção dos “Tigres da Costa Verde”, o atleta, após juntar ao seu trajecto um total de uma dezena de épocas consecutivas no contexto primodivisionário, não regressaria ao patamar máximo. Continuando a envergar o listado branco e preto por mais um par de anos, seguir-se-iam, numa carreira a aproximar-se do ocaso, as cores do União de Lamas, onde, com o termo das provas agendadas para 1996/97, viria a “pendurar as chuteiras”.
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