Apesar de uma curta carreira enquanto praticante, mormente cumprida nas equipas de formação do Desportivo de Chaves e da Ovarense, Manuel Jesualdo Ferreira nunca perderia a paixão pelo futebol. Porém, nessa caminhada competitiva, o médio-ofensivo depressa tomaria a decisão de trocar as chuteiras pelos livros. Já em Lisboa, como aluno do ISEF, concluiria o curso em Educação Física e, ao aproveitar o convénio celebrado entre o referido estabelecimento de ensino e a Federação Portuguesa de Futebol, numa ideia onde também caberiam Peres Bandeira e José Moniz, desde cedo começaria a trabalhar com os jovens a envergarem a “camisola das quinas”.
Numa altura em que já tinha igualmente abraçado a carreira de docente no ISEF, onde viria a ser professor de Carlos Queiroz, o jovem treinador seria convidado por Gaspar Ramos para ficar à frente das “escolas” do Benfica. Depois, a fase seguinte da sua carreira apresentá-lo-ia aos desafios de orientar algumas equipas seniores. No entanto, mesmo com a excepção que viria a tornar-se a passagem pelo plantel de 1984/85 da Académica de Coimbra, as experiências à frente do Rio Maior, Torreense, Atlético e Silves não levariam o jovem treinador para além da 2ª divisão. Então, numa altura em que já contava com alguns anos de traquejo, surgiria o convite para regressar às “Águias”, para onde, na temporada de 1987/88, entraria como adjunto de Toni.
Seguir-se-ia, em 1990, a passagem à frente da selecção de Angola. Não muito tempo depois, na sua caminhada enquanto treinador, emergiria uma nova experiência primodivisionária, dessa feita com o Estrela da Amadora de 1990/91. Em paralelo ao tempo cumprido na Reboleira, surgiria também o convite endereçado por Artur Jorge, para que o coadjuvasse nos trabalhos da selecção portuguesa. Mais tarde, com a época de 1992/93 em andamento, reunir-se-ia mais uma vez a Toni no Benfica e, ainda como seu adjunto, após ano e meio na Luz, partiriam os dois em direcção a um Girondins de Bordeaux, onde, em 1994/95, brilhavam nomes como Lizarazu, Dugarry ou Zidane.
FAR Rabat e uma nova entrada nos quadros da Federação Portuguesa de Futebol, onde, entre 1996 e 2000, orientaria os sub-21, precederiam os anos que, em definitivo, viriam a consagrar Jesualdo Ferreira como um treinador de elite. Ao começar essa senda pelo plantel de 2000/01 do Alverca, a entrada num Benfica no rescaldo dos anos negros de João Vale e Azevedo, não teria grande proveito em termos de resultados colectivos. Já o grande salto na carreira dá-lo-ia, a partir de 2002/03, ao serviço do Sporting de Braga. Do Minho, onde começaria a habituar-se a lutar pelos lugares cimeiros do Campeonato Nacional, transitaria para o FC Porto. Com a entrada no Estádio do Dragão a acontecer na campanha de 2006/07, chegaria o tempo do experiente treinador começar a ver o currículo a ficar colorido por diversos títulos. Nesse contexto vitorioso, destacar-se-iam os triunfos em 2 Taças de Portugal, 1 Supertaça e, acima de tudo, o “tri” conquistado entre a sua chegada aos “Azuis e Brancos” e a época de 2008/09.
Com a despedida da “Cidade Invicta”, Jesualdo Ferreira encetaria um longo périplo, ainda que interrompido um par de vezes, por emblemas estrangeiros. Nesse trecho da sua caminhada pelo futebol, surgiria à cabeça a passagem pela edição de 2010/11 da La Liga e pelo Málaga. De seguida apareceriam o Panathinaikos, o regresso a Portugal para orientar o Sporting e o Sporting de Braga, as vitórias do Campeonato e da Taça do Egipto ao serviço do Zamalec e o Al-Sadd onde ganharia vários troféus nas provas do Qatar. Para terminar, as curtas passagens pelo Santos, pelo Boavista e mais um período à frente do já referido emblema egípcio.
Numa altura em que já tinha igualmente abraçado a carreira de docente no ISEF, onde viria a ser professor de Carlos Queiroz, o jovem treinador seria convidado por Gaspar Ramos para ficar à frente das “escolas” do Benfica. Depois, a fase seguinte da sua carreira apresentá-lo-ia aos desafios de orientar algumas equipas seniores. No entanto, mesmo com a excepção que viria a tornar-se a passagem pelo plantel de 1984/85 da Académica de Coimbra, as experiências à frente do Rio Maior, Torreense, Atlético e Silves não levariam o jovem treinador para além da 2ª divisão. Então, numa altura em que já contava com alguns anos de traquejo, surgiria o convite para regressar às “Águias”, para onde, na temporada de 1987/88, entraria como adjunto de Toni.
Seguir-se-ia, em 1990, a passagem à frente da selecção de Angola. Não muito tempo depois, na sua caminhada enquanto treinador, emergiria uma nova experiência primodivisionária, dessa feita com o Estrela da Amadora de 1990/91. Em paralelo ao tempo cumprido na Reboleira, surgiria também o convite endereçado por Artur Jorge, para que o coadjuvasse nos trabalhos da selecção portuguesa. Mais tarde, com a época de 1992/93 em andamento, reunir-se-ia mais uma vez a Toni no Benfica e, ainda como seu adjunto, após ano e meio na Luz, partiriam os dois em direcção a um Girondins de Bordeaux, onde, em 1994/95, brilhavam nomes como Lizarazu, Dugarry ou Zidane.
FAR Rabat e uma nova entrada nos quadros da Federação Portuguesa de Futebol, onde, entre 1996 e 2000, orientaria os sub-21, precederiam os anos que, em definitivo, viriam a consagrar Jesualdo Ferreira como um treinador de elite. Ao começar essa senda pelo plantel de 2000/01 do Alverca, a entrada num Benfica no rescaldo dos anos negros de João Vale e Azevedo, não teria grande proveito em termos de resultados colectivos. Já o grande salto na carreira dá-lo-ia, a partir de 2002/03, ao serviço do Sporting de Braga. Do Minho, onde começaria a habituar-se a lutar pelos lugares cimeiros do Campeonato Nacional, transitaria para o FC Porto. Com a entrada no Estádio do Dragão a acontecer na campanha de 2006/07, chegaria o tempo do experiente treinador começar a ver o currículo a ficar colorido por diversos títulos. Nesse contexto vitorioso, destacar-se-iam os triunfos em 2 Taças de Portugal, 1 Supertaça e, acima de tudo, o “tri” conquistado entre a sua chegada aos “Azuis e Brancos” e a época de 2008/09.
Com a despedida da “Cidade Invicta”, Jesualdo Ferreira encetaria um longo périplo, ainda que interrompido um par de vezes, por emblemas estrangeiros. Nesse trecho da sua caminhada pelo futebol, surgiria à cabeça a passagem pela edição de 2010/11 da La Liga e pelo Málaga. De seguida apareceriam o Panathinaikos, o regresso a Portugal para orientar o Sporting e o Sporting de Braga, as vitórias do Campeonato e da Taça do Egipto ao serviço do Zamalec e o Al-Sadd onde ganharia vários troféus nas provas do Qatar. Para terminar, as curtas passagens pelo Santos, pelo Boavista e mais um período à frente do já referido emblema egípcio.

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