Formado no Tatabánya Bányász, István Vincze subiria aos trabalhos dos seniores na temporada de 1984/85. Depressa o impacto que viria a ter na equipa levaria a que o jovem avançado começasse a ter outro género de projecção. Logo no final da aludida campanha, o ponta-de-lança seria chamado para participar no Campeonato do Mundo de sub-20. O torneio realizado na União Soviética como que serviria de rampa para o seu aparecimento na principal equipa magiar. Pela selecção maior da Hungria, o jogador estrear-se-ia a 30 de Janeiro de 1986, pela mão de György Mezey. Essa partida de preparação frente a um agregado de futebolistas da Ásia, serviria de arranque a uma caminhada que, mesmo sem contar com a participação em qualquer certame de grande monta, terminaria com um somatório de 44 internacionalizações “A”.
Mesmo tendo emergido de um emblema que, à partida, até soa a alguma modéstia, a verdade é que o Tatabánya Bányász, na segunda metade da década de 1980, seria um dos emblemas a lutar pelos lugares cimeiros das provas realizadas na Hungria. Essa ambição, onde Vincze seria um dos esteios, daria ao clube, a exemplo, o direito a figurar, respectivamente nas temporadas de 1986/87 e de 1987/88, na 3ª e na 2ª posição da tabela classificativa do Campeonato ou ainda na final da edição de 1984/85 da Magyar Kupa. Tamanha ousadia, em diversas alturas, entregaria à colectividade situada na região de Komárom-Esztergom um dos lugares oferecidos às pelejas disputadas no contexto continental. Nesse sentido, depois de participar na Taça dos Vencedores das Taças de 1985/86, o avançado também faria parte do elenco que, em 1987/88, seria um dos vencedores da Taça Intertoto e que, já no âmbito da Taça UEFA, acabaria eliminado frente ao Vitória Sport Clube.
Com o crescimento revelado durante os primeiros anos da carreira, Vincze começaria a ser cobiçado noutros lados da Europa. Com a abertura do Bloco de Leste, o avançado, na temporada de 1988/89, teria a oportunidade de disputar a Serie A do “calcio”. Como elemento do plantel do Lecce, a passagem do atacante por Itália, com números até bem interessantes, duraria apenas até à época seguinte da sua chegada a paisagens transalpinas. Todavia, ao contrário do que a sua evolução vinha demonstrar, o jogador decidiria abandonar as ligas mais ocidentais para aceitar o convite de um dos “grandes” do seu país. Com a entrada no Honvéd a acontecer na campanha de 1990/91, a primeira ilação retirada da referida mudança seria o acréscimo de títulos que o ponta-de-lança somaria ao palmarés pessoal e nesse cenário, nos 4 anos cumpridos pelo emblema de Budapeste, o avançado ajudaria a vencer 2 Campeonatos.
Já após fazer um par de temporadas ao serviço do BVSC-Zugló, Vincze viria a encetar a sua segunda aventura por colectividades estrangeiras. Na Bélgica, com as cores do Germinal Ekeren, passaria a campanha de 1996/97. De seguida surgiriam no seu trajecto as provas lusas e o Campomaiorense. Treinado, em 1997/98, por Bernardino Pedroto e, após a saída deste, por João Alves, o avançado, mesmo com a concorrência de Isaías ou de Demétrios, ainda assim conseguiria um registo bastante auspicioso. O pior viria no ano subsequente, no qual ainda participaria na campanha que levaria os “Galgos” até à final da Taça de Portugal, mas onde poucas vezes apareceria em campo pelo emblema alentejano. A falta de jogos levá-lo-ia, a meio da época, a aceitar o convite do Santa Clara orientado por Manuel Fernandes e a mudar-se para os Açores e para a disputa da 2ª divisão.
Apesar de ter ajudado a colectividade de Ponta Delgada a subir de escalão, Vincze optaria por regressar ao seu país. Ao entrar na fase final do trajecto enquanto jogador, o futebolista também voltaria a envergar uma camisola por si bem conhecida e depois do Tatabánya seriam o Pécsi Mecsek e o Vasas a preencher os derradeiros capítulos da sua caminhada enquanto praticante.
Depois das “chuteiras penduradas”, o antigo ponta-de-lança ainda voltaria a ligar-se à modalidade. Nas funções de treinador tem tido algumas experiências e já leva no currículo as passagens pelo comando técnico da Puskás Akadémia, pelo Csákvári TK ou ainda, dessa feita como treinador-adjunto, no eslovacos do KFC Komárno.
Mesmo tendo emergido de um emblema que, à partida, até soa a alguma modéstia, a verdade é que o Tatabánya Bányász, na segunda metade da década de 1980, seria um dos emblemas a lutar pelos lugares cimeiros das provas realizadas na Hungria. Essa ambição, onde Vincze seria um dos esteios, daria ao clube, a exemplo, o direito a figurar, respectivamente nas temporadas de 1986/87 e de 1987/88, na 3ª e na 2ª posição da tabela classificativa do Campeonato ou ainda na final da edição de 1984/85 da Magyar Kupa. Tamanha ousadia, em diversas alturas, entregaria à colectividade situada na região de Komárom-Esztergom um dos lugares oferecidos às pelejas disputadas no contexto continental. Nesse sentido, depois de participar na Taça dos Vencedores das Taças de 1985/86, o avançado também faria parte do elenco que, em 1987/88, seria um dos vencedores da Taça Intertoto e que, já no âmbito da Taça UEFA, acabaria eliminado frente ao Vitória Sport Clube.
Com o crescimento revelado durante os primeiros anos da carreira, Vincze começaria a ser cobiçado noutros lados da Europa. Com a abertura do Bloco de Leste, o avançado, na temporada de 1988/89, teria a oportunidade de disputar a Serie A do “calcio”. Como elemento do plantel do Lecce, a passagem do atacante por Itália, com números até bem interessantes, duraria apenas até à época seguinte da sua chegada a paisagens transalpinas. Todavia, ao contrário do que a sua evolução vinha demonstrar, o jogador decidiria abandonar as ligas mais ocidentais para aceitar o convite de um dos “grandes” do seu país. Com a entrada no Honvéd a acontecer na campanha de 1990/91, a primeira ilação retirada da referida mudança seria o acréscimo de títulos que o ponta-de-lança somaria ao palmarés pessoal e nesse cenário, nos 4 anos cumpridos pelo emblema de Budapeste, o avançado ajudaria a vencer 2 Campeonatos.
Já após fazer um par de temporadas ao serviço do BVSC-Zugló, Vincze viria a encetar a sua segunda aventura por colectividades estrangeiras. Na Bélgica, com as cores do Germinal Ekeren, passaria a campanha de 1996/97. De seguida surgiriam no seu trajecto as provas lusas e o Campomaiorense. Treinado, em 1997/98, por Bernardino Pedroto e, após a saída deste, por João Alves, o avançado, mesmo com a concorrência de Isaías ou de Demétrios, ainda assim conseguiria um registo bastante auspicioso. O pior viria no ano subsequente, no qual ainda participaria na campanha que levaria os “Galgos” até à final da Taça de Portugal, mas onde poucas vezes apareceria em campo pelo emblema alentejano. A falta de jogos levá-lo-ia, a meio da época, a aceitar o convite do Santa Clara orientado por Manuel Fernandes e a mudar-se para os Açores e para a disputa da 2ª divisão.
Apesar de ter ajudado a colectividade de Ponta Delgada a subir de escalão, Vincze optaria por regressar ao seu país. Ao entrar na fase final do trajecto enquanto jogador, o futebolista também voltaria a envergar uma camisola por si bem conhecida e depois do Tatabánya seriam o Pécsi Mecsek e o Vasas a preencher os derradeiros capítulos da sua caminhada enquanto praticante.
Depois das “chuteiras penduradas”, o antigo ponta-de-lança ainda voltaria a ligar-se à modalidade. Nas funções de treinador tem tido algumas experiências e já leva no currículo as passagens pelo comando técnico da Puskás Akadémia, pelo Csákvári TK ou ainda, dessa feita como treinador-adjunto, no eslovacos do KFC Komárno.

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