Abdelaziz Bouderbala El-Idrissi estrear-se-ia na equipa principal do Wydad Casablanca no decorrer da temporada de 1977/78. Desde cedo começaria a destacar-se como um intérprete com uma capacidade técnica e com uma visão de jogo bem acima da média. Resultado do seu crescimento, o médio-centro depressa viria a tornar-se numa das principais figuras do clube por si representado e em 1980, depois da estreia pela selecção do seu país ter ocorrido no ano anterior, ver-se-ia como um dos elementos arrolados à participação na CAN.
Seria após ter ajudado o Wydad Casablanca a conquistar 1 Campeonato marroquino, 3 Taças do Trono e 1 Taça Mohammed V que Bouderbala, já cotado como uma das grandes figuras futebolísticas do seu país, começaria a ser cobiçado por emblemas europeus. Cumpridas 7 campanhas consecutivas no emblema situado na costa atlântica de África, onde também “apadrinharia” a estreia de Hassan, a proposta do FC Sion, onde alguns anos depois viria a partilhar o balneário com Carlos Manuel, levá-lo-ia, em 1984/85 até à Suíça. Na colectividade helvética participaria na vitória da edição de 1985/86 da Taça para, na época seguinte, inserido o clube nas provas de cariz continental, auxiliar a agremiação a chegar aos quartos-de-final da Taça dos Vencedores das Taças. Porém, o momento mais alto dessa sua primeira experiência europeia surgiria com a chamada ao Mundial de 1986. Incluído, pelo brasileiro José Faria, no elenco a viajar para o México, o jogador, no certame organizado no mencionado país da América Central, entraria em campo em todas as partidas disputadas pelo seu conjunto, contribuiria para a chegada de Marrocos aos oitavos-de-final e, ainda na Fase de Grupos, estaria presente no triunfo, por 3-1, frente a Portugal.
Já com a cotação cevada pela presença no Campeonato do Mundo, Bouderbala, na temporada de 1988/89, viria a estrear-se na Ligue 1. Em França, com as cores do Matra Racing, num grupo de trabalho que também contava com Jorge Plácido, o médio-centro começaria por ser orientado por Artur Jorge. Dois anos volvidos sobre a sua chegada a Paris, uma nova transferência levá-lo-ia até ao plantel do Olympique Lyonnais. No emblema do centro-leste do país transformar-se-ia num dos pilares do apuramento e da participação na Taça UEFA de 1991/92. Contudo, no final de uma campanha em que os “Les Gones” acabariam a lutar pela permanência no principal escalão gaulês, o internacional marroquino decidir-se-ia pela mudança de ares e acabaria a experimentar um novo contexto competitivo.
Com a mudança para Portugal a ocorrer na temporada de 1992/93, Aziz Bouderbala passaria a representar o Estoril Praia. Ao voltar a encontrar-se com Carlos Manuel, o centrocampista desde logo assumiria um papel de relevância no conjunto liderado tecnicamente por Fernando Santos. No entanto, mesmo cotado como um dos pilares da bem-sucedida luta pela manutenção dos “Canarinhos” na 1ª divisão, a verdade é que o atleta, com o termo das provas agendadas para a campanha referida no começo deste parágrafo, decidiria voltar ao futebol helvético. Dessa feita no St. Gallen, o par de anos cumpridos na Suíça precederiam o seu regresso a Marrocos. Mais uma vez a defender as divisas do Wydad Casablanca, onde ainda jogaria ao lado de Saber e de Daoudi, o médio somaria ao palmarés pessoal mais uma vitória na Taça do Trono e findada a época de 1996/97 tomaria a decisão de terminar a carreira enquanto futebolista.
“Penduradas as chuteiras”, o antigo jogador, eleito o Melhor Futebolista da CAN 1998, ainda manteria a ligação ao futebol. Nesse novo contexto, passaria pelas funções treinador-adjunto da principal selecção de Marrocos e também experimentaria as tarefas de director-desportivo do Wydad Casablanca.
Seria após ter ajudado o Wydad Casablanca a conquistar 1 Campeonato marroquino, 3 Taças do Trono e 1 Taça Mohammed V que Bouderbala, já cotado como uma das grandes figuras futebolísticas do seu país, começaria a ser cobiçado por emblemas europeus. Cumpridas 7 campanhas consecutivas no emblema situado na costa atlântica de África, onde também “apadrinharia” a estreia de Hassan, a proposta do FC Sion, onde alguns anos depois viria a partilhar o balneário com Carlos Manuel, levá-lo-ia, em 1984/85 até à Suíça. Na colectividade helvética participaria na vitória da edição de 1985/86 da Taça para, na época seguinte, inserido o clube nas provas de cariz continental, auxiliar a agremiação a chegar aos quartos-de-final da Taça dos Vencedores das Taças. Porém, o momento mais alto dessa sua primeira experiência europeia surgiria com a chamada ao Mundial de 1986. Incluído, pelo brasileiro José Faria, no elenco a viajar para o México, o jogador, no certame organizado no mencionado país da América Central, entraria em campo em todas as partidas disputadas pelo seu conjunto, contribuiria para a chegada de Marrocos aos oitavos-de-final e, ainda na Fase de Grupos, estaria presente no triunfo, por 3-1, frente a Portugal.
Já com a cotação cevada pela presença no Campeonato do Mundo, Bouderbala, na temporada de 1988/89, viria a estrear-se na Ligue 1. Em França, com as cores do Matra Racing, num grupo de trabalho que também contava com Jorge Plácido, o médio-centro começaria por ser orientado por Artur Jorge. Dois anos volvidos sobre a sua chegada a Paris, uma nova transferência levá-lo-ia até ao plantel do Olympique Lyonnais. No emblema do centro-leste do país transformar-se-ia num dos pilares do apuramento e da participação na Taça UEFA de 1991/92. Contudo, no final de uma campanha em que os “Les Gones” acabariam a lutar pela permanência no principal escalão gaulês, o internacional marroquino decidir-se-ia pela mudança de ares e acabaria a experimentar um novo contexto competitivo.
Com a mudança para Portugal a ocorrer na temporada de 1992/93, Aziz Bouderbala passaria a representar o Estoril Praia. Ao voltar a encontrar-se com Carlos Manuel, o centrocampista desde logo assumiria um papel de relevância no conjunto liderado tecnicamente por Fernando Santos. No entanto, mesmo cotado como um dos pilares da bem-sucedida luta pela manutenção dos “Canarinhos” na 1ª divisão, a verdade é que o atleta, com o termo das provas agendadas para a campanha referida no começo deste parágrafo, decidiria voltar ao futebol helvético. Dessa feita no St. Gallen, o par de anos cumpridos na Suíça precederiam o seu regresso a Marrocos. Mais uma vez a defender as divisas do Wydad Casablanca, onde ainda jogaria ao lado de Saber e de Daoudi, o médio somaria ao palmarés pessoal mais uma vitória na Taça do Trono e findada a época de 1996/97 tomaria a decisão de terminar a carreira enquanto futebolista.
“Penduradas as chuteiras”, o antigo jogador, eleito o Melhor Futebolista da CAN 1998, ainda manteria a ligação ao futebol. Nesse novo contexto, passaria pelas funções treinador-adjunto da principal selecção de Marrocos e também experimentaria as tarefas de director-desportivo do Wydad Casablanca.

Sem comentários:
Enviar um comentário