Após ter dado, em 1972, início à carreira sénior ao serviço do Linense e de ter, na época seguinte, passado a representar a Portuguêsa Santista, Dário Bernardino de Faria Filho deixaria os emblemas do Estado de São Paulo para, na campanha de 1973/74, ser apresentado como reforço do Olhanense. No Algarve, onde partilharia o balneário com nomes importantes do futebol luso, casos de Ademir ou de Barroca, o extremo canhoto estrear-se-ia sob as ordens de Mário Fuzaro. Com o técnico brasileiro a assumir o comando da equipa apenas durante uma jornada do Campeonato Nacional da 1ª divisão, o resto dessa sua temporada de chegada a Portugal seria cumprida na intendência de Manuel de Oliveira. Com números conseguidos, durantes as provas de índole interno, a darem o atleta como um dos mais utilizados do conjunto sediado no Sotavento, a surpresa emergiria no termo da época e o avançado, apesar de ajudar à manutenção da sua equipa, acabaria a mudar de emblema.
A transferência para o plantel de 1974/75 do Feirense empurraria o atacante para as pelejas do escalão secundário. Com esse período de 3 anos a culminar com a promoção dos “Fogaceiros”, mais uma vez a surpresa emergiria do caminho de Dário, com o jogador a não acompanhar os colegas de equipa na subida de patamar. Seguir-se-ia, na senda do atacante pelas diferentes regiões de Portugal, o Alentejo. Dessa feita, o Estrela de Portalegre e o Juventude de Évora, com uma época passada em cada um dos colectivos, serviriam, finalmente, de rampa de lançamento para o regresso do extremo-esquerdo ao convívio com os “grandes”. Já a porta dos grandes palcos do ludopédio luso abrir-se-ia através do Vitória Futebol Clube e a mudança para a cidade de Setúbal empurrá-lo-ia para escaparates mais condizentes com sua habilidade desportiva.
A tríade de temporadas a vestir o listado verde e branco dos “Sadinos” sublinhá-lo-iam como um intérprete de perfil indubitavelmente primodivisionário. Como um dos nomes mais chamados aos desafios agendados para o Vitória Futebol Clube, através dos quais contribuiria para épocas tranquilas da agremiação setubalense, Dário começaria a tornar-se numa das caras mais respeitadas do plantel. No entanto, apesar de ser consensual nas chamadas dos diferentes treinadores à frente dos homens a jogar em casa no Estádio do Bonfim, a verdade é que a época de 1982/83 apresentar-lhe-ia um novo emblema na carreira. No Portimonense a partir da mencionada temporada, os números registados no grupo de trabalho a cargo de Artur Jorge não deixariam adivinhar o que viria de seguida e findo esse ano, dessa feita vivido no Barlavento algarvio, uma nova mudança surgiria a deflectir o rumo do atacante.
Com a sua caminhada desportiva a tomar contornos de um percurso estranhamente errático, o pior da chegada à Sanjoanense viria com o afastamento definitivo do extremo-esquerdo daquele que é o patamar máximo do futebol português. Nesse sentido, numa carreira a escrever os últimos capítulos, à “Capital do Calçado” suceder-se-ia Barcelos e o Gil Vicente. Pelo Minho, um pouco mais a norte, manter-se-ia até ao final da caminhada enquanto praticante e seriam as 3 campanhas a vestir a camisola do Vianense que, concluídas as provas agendadas para 1988/89, albergariam o termo da carreira de Dário.
A transferência para o plantel de 1974/75 do Feirense empurraria o atacante para as pelejas do escalão secundário. Com esse período de 3 anos a culminar com a promoção dos “Fogaceiros”, mais uma vez a surpresa emergiria do caminho de Dário, com o jogador a não acompanhar os colegas de equipa na subida de patamar. Seguir-se-ia, na senda do atacante pelas diferentes regiões de Portugal, o Alentejo. Dessa feita, o Estrela de Portalegre e o Juventude de Évora, com uma época passada em cada um dos colectivos, serviriam, finalmente, de rampa de lançamento para o regresso do extremo-esquerdo ao convívio com os “grandes”. Já a porta dos grandes palcos do ludopédio luso abrir-se-ia através do Vitória Futebol Clube e a mudança para a cidade de Setúbal empurrá-lo-ia para escaparates mais condizentes com sua habilidade desportiva.
A tríade de temporadas a vestir o listado verde e branco dos “Sadinos” sublinhá-lo-iam como um intérprete de perfil indubitavelmente primodivisionário. Como um dos nomes mais chamados aos desafios agendados para o Vitória Futebol Clube, através dos quais contribuiria para épocas tranquilas da agremiação setubalense, Dário começaria a tornar-se numa das caras mais respeitadas do plantel. No entanto, apesar de ser consensual nas chamadas dos diferentes treinadores à frente dos homens a jogar em casa no Estádio do Bonfim, a verdade é que a época de 1982/83 apresentar-lhe-ia um novo emblema na carreira. No Portimonense a partir da mencionada temporada, os números registados no grupo de trabalho a cargo de Artur Jorge não deixariam adivinhar o que viria de seguida e findo esse ano, dessa feita vivido no Barlavento algarvio, uma nova mudança surgiria a deflectir o rumo do atacante.
Com a sua caminhada desportiva a tomar contornos de um percurso estranhamente errático, o pior da chegada à Sanjoanense viria com o afastamento definitivo do extremo-esquerdo daquele que é o patamar máximo do futebol português. Nesse sentido, numa carreira a escrever os últimos capítulos, à “Capital do Calçado” suceder-se-ia Barcelos e o Gil Vicente. Pelo Minho, um pouco mais a norte, manter-se-ia até ao final da caminhada enquanto praticante e seriam as 3 campanhas a vestir a camisola do Vianense que, concluídas as provas agendadas para 1988/89, albergariam o termo da carreira de Dário.

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