Produto das “escolas” da CUF, Libânio Gomes Avelar teria também no emblema do Barreiro a oportunidade de, no decorrer da temporada de 1948/49, subir às contendas dedicadas aos seniores. Com a colectividade “fabril” na disputa do escalão secundário, o jovem guarda-redes acabaria por demorar ainda alguns anos até ficar sob os principais holofotes do desporto português. Ainda assim, as boas exibições, conseguidas no decorrer desses primeiros anos de competição, fariam com que sua cotação rapidamente subisse e o guardião depressa passaria a ser vistos como um dos bons elementos a actuar entre os postes nacionais.
Antes ainda de conseguir sublinhar-se como um dos nomes mais admirados no cenário competitivo luso, Libânio, por razão do Serviço Militar Obrigatório, haveria de passar a temporada de 1950/51 a envergar as cores do SL Olivais. De regresso à CUF na campanha imediatamente a seguir à sua passagem pelo referido emblema de Lisboa, o guarda-redes continuaria, com boas prestações, a alimentar, de forma crescente, a sua cotação. Como um dos pilares da agremiação barreirense, o jogador acabaria por, na temporada de 1953/54, ser de extrema importância nos desempenhos colectivos e após ajudar à vitória no Campeonato Nacional da 2ª divisão, a época seguinte, orientado por Humberto Buchelli, transformar-se-ia no ano de estreia do guardião entre os “grandes”.
Titular em 1954/55 e dono de um lugar no “onze” também na campanha subsequente, Libânio, naquela que viria a tornar-se a sua terceira época primodivisionária, ver-se-ia, na luta pela titularidade, ultrapassado por José Maria. Possivelmente agastado com a situação, certo é que o guardião, em rota de colisão com o treinador magiar János Biri, acabaria por deixar a CUF. Ao manter-se no patamar máximo do futebol luso, o atleta, na campanha de 1957/58, seria apresentado como reforço do Vitória Futebol Clube. A verdade é que a mudança para o emblema da cidade de Setúbal, ao enfrentar a concorrência de Justino e de um jovem de nome Mourinho Félix, não haveria de trazer facilidades ao guarda-redes natural do Barreiro. Nesse sentido, a primeira época cumprida com os “Sadinos” ainda viria a trazer-lhe algum destaque. Porém, os anos seguintes não seriam tão proveitosos em termos individuais e o jogador ver-se-ia apartado do alinhamento inicial.
Seria após uma temporada nas pelejas da 2ª divisão que Libânio deixaria o Vitória Futebol Clube para dar o maior salto na carreira. Com o Sporting, consumada a saída de Octávio de Sá, à procura de alguém com traquejo suficiente para fazer concorrência a Carvalho, as escolhas dos responsáveis leoninos recairiam sobre a sua contratação. Com a chegada a Alvalade a acontecer na temporada de 1961/62, só no final dessa campanha é que o guarda-redes convenceria Juca a entregar-lhe a titularidade. Ainda assim, com a corrida pelo título a ser feita, taco a taco, pelo emblema “alfacinha” e pelo FC Porto, a sua presença entre os postes tornar-se-ia deveras relevante para o sucesso do colectivo. No referido contexto competitivo, o guardião, reconhecido pela tranquilidade, destreza e arrojo nas acções defensivas, tornar-se-ia de extrema importância e na derradeira jornada do Campeonato Nacional, ao contribuir para o triunfo caseiro frente ao Benfica, ajudaria a selar a conquista daquela que é a prova de maior monta no calendário luso.
O resto da sua caminhada de “leão” ao peito não traria, ao currículo pessoal, notas de maior destaque. Mesmo tendo como certa esta afirmação, é impossível de deixar de referir a sua presença no plantel do Sporting, aquando da vitória do clube português na edição de 1963/64 da Taça dos Vencedores das Taças. Também não é menos verdade que, com o avançar dos anos, o jogador, igualmente atrás de Barroca, acabaria como a terceira escolha para os técnicos leoninos. Tal facto, após o termo das provas agendadas para 1964/65, empurrá-lo-ia para aventuras fora de Alvalade. Seguir-se-iam, na divisão secundária, o Atlético e o FC Barreirense. Já na 2ª época com o mencionado emblema da Margem Sul, o guardião regressaria ao escalão máximo para, na temporada de 1967/68, ter as últimas aparições no patamar maior. Depois viram as duas campanhas ao serviço do Seixal e o “pendurar das luvas” no final de 1969/70.
Antes ainda de conseguir sublinhar-se como um dos nomes mais admirados no cenário competitivo luso, Libânio, por razão do Serviço Militar Obrigatório, haveria de passar a temporada de 1950/51 a envergar as cores do SL Olivais. De regresso à CUF na campanha imediatamente a seguir à sua passagem pelo referido emblema de Lisboa, o guarda-redes continuaria, com boas prestações, a alimentar, de forma crescente, a sua cotação. Como um dos pilares da agremiação barreirense, o jogador acabaria por, na temporada de 1953/54, ser de extrema importância nos desempenhos colectivos e após ajudar à vitória no Campeonato Nacional da 2ª divisão, a época seguinte, orientado por Humberto Buchelli, transformar-se-ia no ano de estreia do guardião entre os “grandes”.
Titular em 1954/55 e dono de um lugar no “onze” também na campanha subsequente, Libânio, naquela que viria a tornar-se a sua terceira época primodivisionária, ver-se-ia, na luta pela titularidade, ultrapassado por José Maria. Possivelmente agastado com a situação, certo é que o guardião, em rota de colisão com o treinador magiar János Biri, acabaria por deixar a CUF. Ao manter-se no patamar máximo do futebol luso, o atleta, na campanha de 1957/58, seria apresentado como reforço do Vitória Futebol Clube. A verdade é que a mudança para o emblema da cidade de Setúbal, ao enfrentar a concorrência de Justino e de um jovem de nome Mourinho Félix, não haveria de trazer facilidades ao guarda-redes natural do Barreiro. Nesse sentido, a primeira época cumprida com os “Sadinos” ainda viria a trazer-lhe algum destaque. Porém, os anos seguintes não seriam tão proveitosos em termos individuais e o jogador ver-se-ia apartado do alinhamento inicial.
Seria após uma temporada nas pelejas da 2ª divisão que Libânio deixaria o Vitória Futebol Clube para dar o maior salto na carreira. Com o Sporting, consumada a saída de Octávio de Sá, à procura de alguém com traquejo suficiente para fazer concorrência a Carvalho, as escolhas dos responsáveis leoninos recairiam sobre a sua contratação. Com a chegada a Alvalade a acontecer na temporada de 1961/62, só no final dessa campanha é que o guarda-redes convenceria Juca a entregar-lhe a titularidade. Ainda assim, com a corrida pelo título a ser feita, taco a taco, pelo emblema “alfacinha” e pelo FC Porto, a sua presença entre os postes tornar-se-ia deveras relevante para o sucesso do colectivo. No referido contexto competitivo, o guardião, reconhecido pela tranquilidade, destreza e arrojo nas acções defensivas, tornar-se-ia de extrema importância e na derradeira jornada do Campeonato Nacional, ao contribuir para o triunfo caseiro frente ao Benfica, ajudaria a selar a conquista daquela que é a prova de maior monta no calendário luso.
O resto da sua caminhada de “leão” ao peito não traria, ao currículo pessoal, notas de maior destaque. Mesmo tendo como certa esta afirmação, é impossível de deixar de referir a sua presença no plantel do Sporting, aquando da vitória do clube português na edição de 1963/64 da Taça dos Vencedores das Taças. Também não é menos verdade que, com o avançar dos anos, o jogador, igualmente atrás de Barroca, acabaria como a terceira escolha para os técnicos leoninos. Tal facto, após o termo das provas agendadas para 1964/65, empurrá-lo-ia para aventuras fora de Alvalade. Seguir-se-iam, na divisão secundária, o Atlético e o FC Barreirense. Já na 2ª época com o mencionado emblema da Margem Sul, o guardião regressaria ao escalão máximo para, na temporada de 1967/68, ter as últimas aparições no patamar maior. Depois viram as duas campanhas ao serviço do Seixal e o “pendurar das luvas” no final de 1969/70.

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