Com a formação concluída com as cores do Sporting, Hidraldo José Carvalho Nogueira, conhecido no universo do futebol pela alcunha Dú, encontraria na concorrência de Vítor Damas, Vital e Rui Correia a principal razão para a falta de espaço no principal plantel dos “Leões”. Dispensado pela agremiação lisboeta, o jovem guardião teria no plantel de 1987/88 do Santa Clara a oportunidade para encetar, pelas mãos do “magriço” Jaime Graça, o percurso enquanto sénior. No entanto, a mudança para o arquipélago dos Açores levá-lo-ia a trilhar uma longa caminhada pelos escalões inferiores. Ao começar essa senda na zona sul da 2ª divisão, os anos seguintes, com constantes mudanças de emblema, fariam ainda com que envergasse as camisolas do Olhanense, Seixal e Caldas. Por fim, apresentado como reforço para a época de 1991/92, chegaria à sua carreira o Estoril Praia e a oportunidade de experimentar outro contexto competitivo.
Com os “Canarinhos”, na última época mencionada no parágrafo anterior, a militarem nas pelejas primodivisionárias, Dú conseguiria convencer Fernando Santos a entregar-lhe os deveres da titularidade. Aliás, o guarda-redes tornar-se-ia numa das principais figuras do Estoril Praia na luta pela manutenção. Porém, não obstante a preponderância conquistada na luta por um lugar à baliza, a verdade é que a temporada seguinte e principalmente a campanha de 1993/94 trariam um contexto competitivo bem diferente daquele vivido por si na época de chegada ao Estádio António Coimbra da Mota. Nesse sentido, a fraca presença no “onze” e também a descida de divisão levá-lo-iam, ao fim de 3 anos consecutivos nas contendas do escalão maior, a procurar um novo rumo para a carreira e seria na raia do Alto Alentejo que viria a encontrar um novo poiso.
Com as cores do Campomaiorense, Dú, muito mais do que regressar aos patamares secundários, voltaria ao ritmo errante verificado nos anos iniciais da sua carreira. Após representar os “Galgos”, onde em 1994/95 ajudaria à subida de divisão, o jogador escolheria prosseguir o seu trajecto com as cores do Feirense e a seguir ao serviço do Torres Novas. Subsequentemente surgiria o convite vindo da Índia e a passagem pelo Kanataka. Já de novo em Portugal, a temporada de 1998/99 empurrá-lo-ia, mais uma vez, na direcção de São Miguel. Aliás, a nova entrada no Santa Clara, onde, tal como no Alentejo, trabalharia sob o comando de Manuel Fernandes, viria a transformar a agremiação micaelense na mais representativa da sua carreira. Nos “Insulares”, o guarda-redes, logo no ano de entrada, ajudaria à promoção do clube ao escalão maior do futebol luso. Outra subida, à qual juntaria o título correspondente à conquista da 2ª Liga, ocorreria em 2000/01. No entanto, apesar da utilidade da sua presença no grupo de trabalho açoriano, a verdade é que o atleta nunca viria a emergir com um dos titulares e ao fim de 5 anos, em plena veterania, o guardião tomaria a decisão de trocar de divisas.
A chegada a Pina Manique em 2003/04 devolveria Dú a um dos emblemas responsáveis pela sua formação. No Casa Pia, com o final da carreira enquanto futebolista a aproximar-se, o guarda-redes ainda cumpriria um par de temporadas. Curiosamente, após uma longa sabática, a época de 2009/10 levá-lo-ia a calçar de novo as luvas e a referida época seria passada com as cores do Operário de Lagoa.
Com os “Canarinhos”, na última época mencionada no parágrafo anterior, a militarem nas pelejas primodivisionárias, Dú conseguiria convencer Fernando Santos a entregar-lhe os deveres da titularidade. Aliás, o guarda-redes tornar-se-ia numa das principais figuras do Estoril Praia na luta pela manutenção. Porém, não obstante a preponderância conquistada na luta por um lugar à baliza, a verdade é que a temporada seguinte e principalmente a campanha de 1993/94 trariam um contexto competitivo bem diferente daquele vivido por si na época de chegada ao Estádio António Coimbra da Mota. Nesse sentido, a fraca presença no “onze” e também a descida de divisão levá-lo-iam, ao fim de 3 anos consecutivos nas contendas do escalão maior, a procurar um novo rumo para a carreira e seria na raia do Alto Alentejo que viria a encontrar um novo poiso.
Com as cores do Campomaiorense, Dú, muito mais do que regressar aos patamares secundários, voltaria ao ritmo errante verificado nos anos iniciais da sua carreira. Após representar os “Galgos”, onde em 1994/95 ajudaria à subida de divisão, o jogador escolheria prosseguir o seu trajecto com as cores do Feirense e a seguir ao serviço do Torres Novas. Subsequentemente surgiria o convite vindo da Índia e a passagem pelo Kanataka. Já de novo em Portugal, a temporada de 1998/99 empurrá-lo-ia, mais uma vez, na direcção de São Miguel. Aliás, a nova entrada no Santa Clara, onde, tal como no Alentejo, trabalharia sob o comando de Manuel Fernandes, viria a transformar a agremiação micaelense na mais representativa da sua carreira. Nos “Insulares”, o guarda-redes, logo no ano de entrada, ajudaria à promoção do clube ao escalão maior do futebol luso. Outra subida, à qual juntaria o título correspondente à conquista da 2ª Liga, ocorreria em 2000/01. No entanto, apesar da utilidade da sua presença no grupo de trabalho açoriano, a verdade é que o atleta nunca viria a emergir com um dos titulares e ao fim de 5 anos, em plena veterania, o guardião tomaria a decisão de trocar de divisas.
A chegada a Pina Manique em 2003/04 devolveria Dú a um dos emblemas responsáveis pela sua formação. No Casa Pia, com o final da carreira enquanto futebolista a aproximar-se, o guarda-redes ainda cumpriria um par de temporadas. Curiosamente, após uma longa sabática, a época de 2009/10 levá-lo-ia a calçar de novo as luvas e a referida época seria passada com as cores do Operário de Lagoa.
