Natural da Guiné-Bissau, seria em emblemas da capital da antiga colonia portuguesa que Florentino da Silva Araújo, popularizado pelo diminutivo Flora, começaria a sua carreira enquanto futebolista. Nesse sentido, pela ordem apresentada, Bissau e Benfica e Sporting de Bissau, transformar-se-iam nas duas primeiras camisolas envergadas pelo extremo-direito enquanto atleta sénior. Já numa altura em que era visto como um praticante com uma boa experiência, surgiria a oportunidade do atacante viajar até à Metrópole e à beira de completar 23 anos de idade, o jogador passaria a disputar as provas portuguesas.
Com a sua entrada no Lusitano de Évora a acontecer na temporada de 1951/52, Flora encetaria a ligação à agremiação alentejana numa época de bastante importância para o aludido colectivo. Para tal, numa equipa comanda pelo argentino Anselmo Pisa, o jogador faria parte do grupo de trabalho que conseguiria a tão almejada promoção ao escalão maior do futebol luso. Já na época seguinte, mantendo-se ainda afastado da titularidade, o atacante, ao partilhar o balneário com nomes míticos, não só do futebol eborense, mas com praticantes reconhecidos a nível nacional, como são exemplos Dinis Vital, Falé, Polido, José Pedro, Batalha ou Patalino, caminharia com o listado verde e branco na estreia, de ambos, na 1ª divisão.
Apesar de ter iniciado a sua participação nas pelejas pelos “Geraldos” de uma forma algo modesta, a temporada de 1953/54 viria a alterar esse paradigma competitivo. Incluído, amiúde, no “onze” do Lusitano de Évora, Flora começaria, e de qua maneira, a contribuir para os sucessos do clube alentejano. Nesse contexto, muito mais do que a relevância de participar nas lutas pela permanência entre os “grandes, o extremo-direito, que também chegaria a posicionar-se noutras posições do sector mais ofensivo, ajudaria, por exemplo, à chegada às meias-finais da Taça de Portugal, tal como colaboraria para o 5º posto conseguido com o termo da edição de 1956/57 do Campeonato Nacional da 1ª divisão.
Aliás, a última campanha mencionada no parágrafo anterior acabaria também a transformar-se, no plano individual, numa das melhores do avançado. Para tal, num jogador em que a finalização não era a sua imagem de marca, em muito contribuiriam os 13 golos por si concretizados no âmbito daquela que é a competição de maior monta no escaparate futebolístico português. Ainda no campo dos remates certeiros, outro momento mítico dessa temporada emergiria com a vitória caseira, por 3-2, frente ao FC Porto. Nesse inolvidável dia 26 de Outubro de 1956, em pleno Campo Estrela, seria o “hat-trick” de Flora a fazer pender o resultado no “placard” para o lado dos alentejanos e o resultado ajudaria a alimentar aquela que viria a tornar-se na melhor classificação de sempre do Lusitano Ginásio Clube.
Após 9 temporadas a envergar a camisola do emblema sediado na histórica cidade de Évora, sendo que 8 dessas campanhas seriam cumpridas no degrau maior, Flora, inscrito nos anais do futebol como um dos atletas com mais participações na 1ª divisão pelo Lusitano, acabaria por deixar o Alto Alentejo, com o fim das provas agendadas para 1959/60. Prosseguiria a caminhada competitiva, já nas contendas do escalão secundário, com a entrada no Marinhense e, caso não tenha prosseguido a carreira, facto que não consegui apurar com certeza absoluta, seguir-se-ia a decisão de “pendurar das chuteiras” no termo de 1960/61.
Com a sua entrada no Lusitano de Évora a acontecer na temporada de 1951/52, Flora encetaria a ligação à agremiação alentejana numa época de bastante importância para o aludido colectivo. Para tal, numa equipa comanda pelo argentino Anselmo Pisa, o jogador faria parte do grupo de trabalho que conseguiria a tão almejada promoção ao escalão maior do futebol luso. Já na época seguinte, mantendo-se ainda afastado da titularidade, o atacante, ao partilhar o balneário com nomes míticos, não só do futebol eborense, mas com praticantes reconhecidos a nível nacional, como são exemplos Dinis Vital, Falé, Polido, José Pedro, Batalha ou Patalino, caminharia com o listado verde e branco na estreia, de ambos, na 1ª divisão.
Apesar de ter iniciado a sua participação nas pelejas pelos “Geraldos” de uma forma algo modesta, a temporada de 1953/54 viria a alterar esse paradigma competitivo. Incluído, amiúde, no “onze” do Lusitano de Évora, Flora começaria, e de qua maneira, a contribuir para os sucessos do clube alentejano. Nesse contexto, muito mais do que a relevância de participar nas lutas pela permanência entre os “grandes, o extremo-direito, que também chegaria a posicionar-se noutras posições do sector mais ofensivo, ajudaria, por exemplo, à chegada às meias-finais da Taça de Portugal, tal como colaboraria para o 5º posto conseguido com o termo da edição de 1956/57 do Campeonato Nacional da 1ª divisão.
Aliás, a última campanha mencionada no parágrafo anterior acabaria também a transformar-se, no plano individual, numa das melhores do avançado. Para tal, num jogador em que a finalização não era a sua imagem de marca, em muito contribuiriam os 13 golos por si concretizados no âmbito daquela que é a competição de maior monta no escaparate futebolístico português. Ainda no campo dos remates certeiros, outro momento mítico dessa temporada emergiria com a vitória caseira, por 3-2, frente ao FC Porto. Nesse inolvidável dia 26 de Outubro de 1956, em pleno Campo Estrela, seria o “hat-trick” de Flora a fazer pender o resultado no “placard” para o lado dos alentejanos e o resultado ajudaria a alimentar aquela que viria a tornar-se na melhor classificação de sempre do Lusitano Ginásio Clube.
Após 9 temporadas a envergar a camisola do emblema sediado na histórica cidade de Évora, sendo que 8 dessas campanhas seriam cumpridas no degrau maior, Flora, inscrito nos anais do futebol como um dos atletas com mais participações na 1ª divisão pelo Lusitano, acabaria por deixar o Alto Alentejo, com o fim das provas agendadas para 1959/60. Prosseguiria a caminhada competitiva, já nas contendas do escalão secundário, com a entrada no Marinhense e, caso não tenha prosseguido a carreira, facto que não consegui apurar com certeza absoluta, seguir-se-ia a decisão de “pendurar das chuteiras” no termo de 1960/61.

Sem comentários:
Enviar um comentário