Com a formação feita com a camisola do Desportivo das Aves, Ricardo Ribeiro Fernandes teria no plantel de 1996/97 do Moreirense a estreia enquanto sénior. Com os “Cónegos” a militar, na referida época, no escalão secundário do futebol português, o médio-ofensivo poucas oportunidades conseguiria alcançar no grupo de trabalho às ordens de Carlos Garcia. Seguir-se-ia, logo à temporada de chegada à colectividade da sua terra natal, a transferência para o Freamunde. No novo emblema, ainda a disputar os patamares inferiores, as suas habilidades técnicas iriam merecer tal destaque que serviriam de intensivo para que um dos “grandes” decidisse apostar na sua contratação. Ligado ao Sporting a partir da campanha de 1999/00, ainda assim, o jogador demoraria algum tempo a fixar-se em Alvalade e só depois de 3 anos cedido a outras colectividades é que teria a chance de ostentar, em jogos oficiais, as divisas dos “Leões”.
Sempre por empréstimo, Freamunde, Santa Clara e Gil Vicente preencheriam os passos do médio-ofensivo subsequentes à assinatura do contrato com os “Verde e Brancos”. Em Barcelos, numa equipa comandada inicialmente por Luís Campos e depois por Vítor Oliveira, Ricardo Fernandes inscreveria no capítulo inicial da passagem pela 1ª divisão, trecho correspondente à jornada inaugural do Campeonato Nacional de 2001/02, um golo no triunfo frente ao Vitória Sport Clube. Já o resto da mencionada época também correria de feição para o atleta. A aferição feita aos seus desempenhos ao serviço dos “Galos” assegurar-lhe-ia um lugar no plantel de 2002/03 do Sporting. No entanto, apesar de um arranque fulgurante, com 2 golos concretizados na conquista da Supertaça, a verdade é que Laszlo Bölöni não daria muitas oportunidades ao jogador e finda a campanha passada na agremiação “alfacinha”, o negócio a envolver a chegada de Clayton a Alvalade levá-lo-ia a viajar até à “Cidade Invicta”.
A “troca” de atletas faria com que Ricardo Fernandes fosse apresentado como reforço do FC Porto de 2003/04. No Estádio do Dragão, mesmo sem conseguir conquistar a titularidade no plantel sob a intendência de José Mourinho, o médio-ofensivo ergueria a época mais prolífera da carreira. Para tal, em muito contribuiriam os sucessos colectivos dos “Azuis e Brancos”. No referido campo, para além da conquista da Supertaça e do Campeonato Nacional, o melhor ficaria reservado para a Liga dos Campeões. Naquele que é a prova de maior monta no calendário futebolístico da UEFA, o jogador, apesar de não ter marcado presença na final de Gelsenkirchen, entraria em jogo em 5 partidas e, desse modo, inscreveria o seu nome no rol de notáveis que ajudariam a trazer, para os escaparates portistas, o tão almejado troféu.
Mesmo tendo jogado com uma regularidade bastante aceitável, a entrada de Luigi del Neri para o comando dos “Dragões” faria com que acabasse transferido para a Académica de Coimbra. Sem deixar o escalão máximo, o médio-ofensivo teria nos “Estudantes” uma época, não digo decepcionante, mas abaixo do que as suas qualidades desportivas permitiriam. Esse facto levaria a que decidisse, em 2005/06, arriscar-se noutros contextos competitivos. Num registo que viria a acompanhá-lo em grande parte da carreira, o Chipre seria o capítulo inicial de uma enorme senda pelo estrangeiro. Com as cores do APOEL a partir da temporada de 2005/06, o jogador, nos anos seguintes, ajudaria o clube a vencer 1 Campeonato e 1 Taça. Depois, numa caminhada cada vez mais errante, emergiriam os ucranianos do Metalurg Donetsk, o regresso às provas cipriotas, onde envergaria as camisolas do Anorthosis e do AEL Limassol, a curta passagem pelos israelitas do Hapoel Be’er Sheva, outros dois anos no Metalurg Donetsk, os gregos do Panetolikos, mais uma ronda de 4 anos pelo Chipre, dessa feita cumprida no Doxa e no Omonia e, finalmente, o regresso a Portugal.
A cumprir os derradeiros anos da carreira enquanto futebolista, Ricardo Fernandes ainda competiria ao serviço do Trofense e do Felgueiras. Após uma temporada em cada um dos emblemas referidos, o antigo jogador decidiria, aos 39 anos de idade, “pendurar as chuteiras”. De seguida surgiria a aposta na hotelaria e os projectos como dirigente que o empurrariam, mais uma vez, até ao Felgueiras e até à UD Oliveirense.
Sempre por empréstimo, Freamunde, Santa Clara e Gil Vicente preencheriam os passos do médio-ofensivo subsequentes à assinatura do contrato com os “Verde e Brancos”. Em Barcelos, numa equipa comandada inicialmente por Luís Campos e depois por Vítor Oliveira, Ricardo Fernandes inscreveria no capítulo inicial da passagem pela 1ª divisão, trecho correspondente à jornada inaugural do Campeonato Nacional de 2001/02, um golo no triunfo frente ao Vitória Sport Clube. Já o resto da mencionada época também correria de feição para o atleta. A aferição feita aos seus desempenhos ao serviço dos “Galos” assegurar-lhe-ia um lugar no plantel de 2002/03 do Sporting. No entanto, apesar de um arranque fulgurante, com 2 golos concretizados na conquista da Supertaça, a verdade é que Laszlo Bölöni não daria muitas oportunidades ao jogador e finda a campanha passada na agremiação “alfacinha”, o negócio a envolver a chegada de Clayton a Alvalade levá-lo-ia a viajar até à “Cidade Invicta”.
A “troca” de atletas faria com que Ricardo Fernandes fosse apresentado como reforço do FC Porto de 2003/04. No Estádio do Dragão, mesmo sem conseguir conquistar a titularidade no plantel sob a intendência de José Mourinho, o médio-ofensivo ergueria a época mais prolífera da carreira. Para tal, em muito contribuiriam os sucessos colectivos dos “Azuis e Brancos”. No referido campo, para além da conquista da Supertaça e do Campeonato Nacional, o melhor ficaria reservado para a Liga dos Campeões. Naquele que é a prova de maior monta no calendário futebolístico da UEFA, o jogador, apesar de não ter marcado presença na final de Gelsenkirchen, entraria em jogo em 5 partidas e, desse modo, inscreveria o seu nome no rol de notáveis que ajudariam a trazer, para os escaparates portistas, o tão almejado troféu.
Mesmo tendo jogado com uma regularidade bastante aceitável, a entrada de Luigi del Neri para o comando dos “Dragões” faria com que acabasse transferido para a Académica de Coimbra. Sem deixar o escalão máximo, o médio-ofensivo teria nos “Estudantes” uma época, não digo decepcionante, mas abaixo do que as suas qualidades desportivas permitiriam. Esse facto levaria a que decidisse, em 2005/06, arriscar-se noutros contextos competitivos. Num registo que viria a acompanhá-lo em grande parte da carreira, o Chipre seria o capítulo inicial de uma enorme senda pelo estrangeiro. Com as cores do APOEL a partir da temporada de 2005/06, o jogador, nos anos seguintes, ajudaria o clube a vencer 1 Campeonato e 1 Taça. Depois, numa caminhada cada vez mais errante, emergiriam os ucranianos do Metalurg Donetsk, o regresso às provas cipriotas, onde envergaria as camisolas do Anorthosis e do AEL Limassol, a curta passagem pelos israelitas do Hapoel Be’er Sheva, outros dois anos no Metalurg Donetsk, os gregos do Panetolikos, mais uma ronda de 4 anos pelo Chipre, dessa feita cumprida no Doxa e no Omonia e, finalmente, o regresso a Portugal.
A cumprir os derradeiros anos da carreira enquanto futebolista, Ricardo Fernandes ainda competiria ao serviço do Trofense e do Felgueiras. Após uma temporada em cada um dos emblemas referidos, o antigo jogador decidiria, aos 39 anos de idade, “pendurar as chuteiras”. De seguida surgiria a aposta na hotelaria e os projectos como dirigente que o empurrariam, mais uma vez, até ao Felgueiras e até à UD Oliveirense.

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