Manuel Francisco Salvador, popularizado no mundo do futebol por Cavungi, teria no Benfica os últimos anos de formação. Aliás, seria no derradeiro ano como júnior das “Águias” que o atacante, fruto das habilidades reveladas dentro de campo, acabaria chamado aos jovens conjuntos sob a batuta da Federação Portuguesa de Futebol. Integrado nos trabalhos dos actualmente designados por sub-18, o extremo estrear-se-ia com a “camisola das quinas” a 10 de Dezembro de 1974. Essa partida frente à Finlândia, onde o 4-1 final contaria com dois golos seus e dois de Chalana, daria início a uma caminhada a levá-lo a outros desafios. No referido percurso, o jogador teria a oportunidade participar em certames como o Torneio de Cannes e acumularia, sem sair do escalão acima mencionado, um total de 8 internacionalizações com as cores lusas.
No que respeita ao percurso clubístico, seria pela mão de Mário Wilson que o atacante, no decorrer da temporada de 1975/76, viria a aparecer, pela primeira vez, na equipa principal. No entanto, com o sector ofensivo dos “Encarnados” povoado por elementos como Nené, Moinhos, o já mencionado Chalana, Jordão, Vítor Batista, Nelinho, entre outros, a verdade é que as oportunidades não seriam muitas. Também nas campanhas seguintes, Cavungi veria a escolha dos treinadores recair sobre outros intérpretes. A excepção a esse ocaso emergiria na época de 1977/78, durante a qual, chamado por John Mortimore, apareceria amiúde nas pelejas calendarizadas para as “Águias”.
Mesmo nunca tendo conseguido afirmar-se como um elemento indiscutível nos alinhamentos do “Glorioso”, o extremo, ainda assim, viria a participar em momentos inolvidáveis para o Benfica. Para além da conquista de vários títulos, para o caso 2 Campeonatos Nacionais e 1 Taça de Portugal, o atacante participaria noutro capítulo que acabaria inscrito nos anais do futebol português. A história, ocorrida no Benfica – Sporting de 1977/78, ficaria conhecida pelo desaparecimento do brinco de Vítor Batista. O que poucos sabem é da intervenção directa de Cavungi no episódio. Primeiro, seria do atacante o centro que daria o passe para o golo. Depois, já no rescaldo da ronda a contar para a 1ª divisão portuguesa, viria a revelação do dono da jóia, a revelar que a peça de joalharia teria saltado da sua orelha na sequência do abraço recebido pelo homem que, instantes antes, havia efectuado a assistência para o seu remate certeiro!
Para além desta curiosidade, como revelado nos parágrafos precedentes, Cavungi nunca haveria de conquistar um lugar no “onze” do Benfica. Tal facto levaria a que o avançado fosse, na temporada de 1980/81, emprestado ao Sporting de Braga. Os desempenhos conseguidos ao serviço da agremiação minhota justificariam o seu regresso à Luz. Todavia, de novo a envergar o “manto sagrado”, o atacante voltaria a claudicar. Seguir-se-ia, naquela que viria a tornar-se na única época do conjunto sediado na Região do Oeste entre os “grandes”, a campanha de 1982/83 cumprida no Ginásio de Alcobaça. O pior é que, com a descida da equipa por si representada, o atleta jamais retornaria ao patamar máximo do futebol luso. De seguida emergiria, na caminhada do extremo, o Leixões de 1984/85 e num trecho competitivo caracterizado pela errância, o Cova da Piedade, o CD Luso, o Almancilense, o Estrela de Vendas Novas e o “pendurar das chuteiras” com o termo das provas agendadas para 1989/90.
No que respeita ao percurso clubístico, seria pela mão de Mário Wilson que o atacante, no decorrer da temporada de 1975/76, viria a aparecer, pela primeira vez, na equipa principal. No entanto, com o sector ofensivo dos “Encarnados” povoado por elementos como Nené, Moinhos, o já mencionado Chalana, Jordão, Vítor Batista, Nelinho, entre outros, a verdade é que as oportunidades não seriam muitas. Também nas campanhas seguintes, Cavungi veria a escolha dos treinadores recair sobre outros intérpretes. A excepção a esse ocaso emergiria na época de 1977/78, durante a qual, chamado por John Mortimore, apareceria amiúde nas pelejas calendarizadas para as “Águias”.
Mesmo nunca tendo conseguido afirmar-se como um elemento indiscutível nos alinhamentos do “Glorioso”, o extremo, ainda assim, viria a participar em momentos inolvidáveis para o Benfica. Para além da conquista de vários títulos, para o caso 2 Campeonatos Nacionais e 1 Taça de Portugal, o atacante participaria noutro capítulo que acabaria inscrito nos anais do futebol português. A história, ocorrida no Benfica – Sporting de 1977/78, ficaria conhecida pelo desaparecimento do brinco de Vítor Batista. O que poucos sabem é da intervenção directa de Cavungi no episódio. Primeiro, seria do atacante o centro que daria o passe para o golo. Depois, já no rescaldo da ronda a contar para a 1ª divisão portuguesa, viria a revelação do dono da jóia, a revelar que a peça de joalharia teria saltado da sua orelha na sequência do abraço recebido pelo homem que, instantes antes, havia efectuado a assistência para o seu remate certeiro!
Para além desta curiosidade, como revelado nos parágrafos precedentes, Cavungi nunca haveria de conquistar um lugar no “onze” do Benfica. Tal facto levaria a que o avançado fosse, na temporada de 1980/81, emprestado ao Sporting de Braga. Os desempenhos conseguidos ao serviço da agremiação minhota justificariam o seu regresso à Luz. Todavia, de novo a envergar o “manto sagrado”, o atacante voltaria a claudicar. Seguir-se-ia, naquela que viria a tornar-se na única época do conjunto sediado na Região do Oeste entre os “grandes”, a campanha de 1982/83 cumprida no Ginásio de Alcobaça. O pior é que, com a descida da equipa por si representada, o atleta jamais retornaria ao patamar máximo do futebol luso. De seguida emergiria, na caminhada do extremo, o Leixões de 1984/85 e num trecho competitivo caracterizado pela errância, o Cova da Piedade, o CD Luso, o Almancilense, o Estrela de Vendas Novas e o “pendurar das chuteiras” com o termo das provas agendadas para 1989/90.

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