Defesa-lateral que podia posicionar-se em ambos os lados do sector mais recuado, José Lino Brás de Sousa, antes ainda de encetar a caminhada na equipa principal do Vitória Futebol Clube, teria nos conjuntos à guarda da Federação Portuguesa de Futebol o primeiro grande escaparate. Chamado, a 11 de Novembro de 1968, aos actualmente designados por sub-18, o jovem jogador, ao lado de outros intérpretes que haveriam de singrar no mais alto patamar luso, casos de Peixoto, Jacinto, Carolino, Vítor Manuel, Vieirinha ou Nicolau Vaqueiro, daria o primeiro passo num trajecto internacional a levá-lo, alguns meses após esse particular frente a França e sem sair do referido escalão competitivo, a uma segunda partida com a “camisola das quinas”.
Já no que diz respeito ao trajecto sénior, o defesa teria nas escolhas de José Maria Pedroto a sua grande oportunidade. Nesse sentido, ao ser arrolado, pelo referido treinador, às pelejas dos “Sadinos”, o atleta, na temporada de 1969/70, não só faria a estreia na 1ª divisão, como ajudaria o colectivo a jogar em casa no Estádio do Bonfim a terminar o Campeonato Nacional na 3ª posição da tabela classificativa. No entanto, apesar de reconhecido todo o seu potencial, a verdade é que ainda demorariam alguns anos até que Lino conseguisse ganhar algum protagonismo no seio do plantel do Vitória Futebol Clube. Tapado por outros colegas mais tarimbados, como são exemplo os internacionais Rebelo, Carriço ou Conceição, tal preponderância começaria a emergir apenas na campanha de 1973/74. Coincidentemente, a referida época traduzir-se-ia por um novo 3º lugar na principal prova do calendário futebolístico português e pela chegada do emblema luso, com a participação directa do lateral nas rondas frente ao Beerschot e ao Stuttgart, até aos quartos-de-final da Taça UEFA.
As 3 campanhas subsequentes trariam, de forma quase incontestada, a titularidade ao defesa-lateral. A verdade é que, mesmo com essa tríade de temporadas a representar, em partidas jogadas, praticamente o mesmo número das restantes épocas em que representou o emblema setubalense, Lino, com o termo das competições planeadas para 1976/77, veria o seu paradigma competitivo a mudar radicalmente. Daí em diante perderia a preponderância que havia conquistado anteriormente e, por conseguinte, deixaria de ser aferido como um dos habituais futebolistas a inscrever o seu nome no “onze” do Vitória Futebol Clube.
Mesmo perdida alguma importância, Lino manter-se-ia como um membro relevante nas dinâmicas do conjunto. Esse inegável peso, segurá-lo-ia a trabalhar com o listado verde e branco durante mais uns bons anos. A continuidade no emblema sediado na cidade de Setúbal, no total da sua carreira sénior, dar-lhe-ia a oportunidade de criar uma ligação a ultrapassar a década de duração. Numa união que, segundo os dados oficiais da Federação Portuguesa de Futebol viria a prolongar-se, inclusive, até à temporada de 1981/82,o defesa-lateral, de forma inata, juntar-se-ia aos notáveis daquela agremiação e mereceria a inscrição do seu nome no restrito rol de desportistas históricos do Vitória Futebol Clube.
Já no que diz respeito ao trajecto sénior, o defesa teria nas escolhas de José Maria Pedroto a sua grande oportunidade. Nesse sentido, ao ser arrolado, pelo referido treinador, às pelejas dos “Sadinos”, o atleta, na temporada de 1969/70, não só faria a estreia na 1ª divisão, como ajudaria o colectivo a jogar em casa no Estádio do Bonfim a terminar o Campeonato Nacional na 3ª posição da tabela classificativa. No entanto, apesar de reconhecido todo o seu potencial, a verdade é que ainda demorariam alguns anos até que Lino conseguisse ganhar algum protagonismo no seio do plantel do Vitória Futebol Clube. Tapado por outros colegas mais tarimbados, como são exemplo os internacionais Rebelo, Carriço ou Conceição, tal preponderância começaria a emergir apenas na campanha de 1973/74. Coincidentemente, a referida época traduzir-se-ia por um novo 3º lugar na principal prova do calendário futebolístico português e pela chegada do emblema luso, com a participação directa do lateral nas rondas frente ao Beerschot e ao Stuttgart, até aos quartos-de-final da Taça UEFA.
As 3 campanhas subsequentes trariam, de forma quase incontestada, a titularidade ao defesa-lateral. A verdade é que, mesmo com essa tríade de temporadas a representar, em partidas jogadas, praticamente o mesmo número das restantes épocas em que representou o emblema setubalense, Lino, com o termo das competições planeadas para 1976/77, veria o seu paradigma competitivo a mudar radicalmente. Daí em diante perderia a preponderância que havia conquistado anteriormente e, por conseguinte, deixaria de ser aferido como um dos habituais futebolistas a inscrever o seu nome no “onze” do Vitória Futebol Clube.
Mesmo perdida alguma importância, Lino manter-se-ia como um membro relevante nas dinâmicas do conjunto. Esse inegável peso, segurá-lo-ia a trabalhar com o listado verde e branco durante mais uns bons anos. A continuidade no emblema sediado na cidade de Setúbal, no total da sua carreira sénior, dar-lhe-ia a oportunidade de criar uma ligação a ultrapassar a década de duração. Numa união que, segundo os dados oficiais da Federação Portuguesa de Futebol viria a prolongar-se, inclusive, até à temporada de 1981/82,o defesa-lateral, de forma inata, juntar-se-ia aos notáveis daquela agremiação e mereceria a inscrição do seu nome no restrito rol de desportistas históricos do Vitória Futebol Clube.

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