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1304 - ROBERTO MARTÍNEZ

Com o percurso formativo a dividir-se entre o emblema da terra natal, o Balaguer, e o Zaragoza, seria na colectividade de Aragão que Roberto Martínez chegaria ao patamar sénior. Porém, a promoção ocorrida na temporada de 1991/92, ao invés de conduzir o jovem médio à equipa principal, levá-lo-ia a juntar-se ao conjunto “b”. Aliás, ao atleta poucas ocasiões seriam dadas para disputar o degrau máximo da “La Liga”. A falta de oportunidades, ao fim de 3 campanhas com “Los Blanquillos”, faria com que o centrocampista decidisse regressar a “casa” e, apesar do aparente passo atrás, dar-lhe-ia o ensejo de encaminhar a carreira profissional para um rumo geográfico diferente.
A época de 1994/95, passada com as cores do Balaguer, teria como efeito imediato o convite lançado pelos dirigentes do Wigan Athletic. Ao aceitar o desafio, o médio, na companhia de Isidro Díaz, atleta que vestiria as cores do Desportivo de Chaves e do Leça, partiria na direcção das Ilhas Britânicas. Curiosamente, para além do jogador agora referido, com quem já tinha partilhado o balneário nos últimos dois emblemas, Roberto Martínez, na chegada à nova colectividade, encontraria Jesús Seba, avançado que viria a ligar-se ao futebol português através da já aludida agremiação transmontana e também pelo Belenenses.
Em Inglaterra, apesar de nunca ter chegado à Premier League, Roberto Martínez, nas 6 temporadas com as cores do Wigan Athletic, pautar-se-ia como um dos melhores intérpretes do conjunto sediado em Lancashire. Esse protagonismo valer-lhe-ia, na campanha de 2001/02, a mudança para o patamar máximo da Escócia. Todavia, a passagem de um ano pelo Motherwell não seria tão prolífera quanto o esperado. Sem nunca conseguir afirmar-se no “onze”, o médio tomaria a decisão de regressar a Inglaterra e assinaria um contrato com o Walsall.
Mais uma vez a vogar pelos escalões inferiores das competições inglesas, o médio, que viria a terminar o trajecto de futebolista com a época de 2006/07 a decorrer, ainda representaria o Swansea e o Chester City. Depois de “pendurar as chuteiras”, num regresso ao referido emblema galês, Roberto Martínez, na mesma temporada em que deixaria os relvados, encetaria também a caminhada como treinador. Nas novas funções, os seus desempenhos, bem acima das aferições feitas à sua carreira enquanto atleta, começariam a receber rasgados elogios. Nesse sentido, após ter levado os “Swans” ao segundo patamar inglês, seria o regresso ao Wigan Athletic que deixaria o técnico nas “bocas do mundo”.
De volta à Greater Manchester para a temporada de 2009/10, Roberto Martínez pegaria nas rédeas do Wigan Athletic já com a agremiação a militar na Premier League. Mas para além do destaque relacionado com a presença no patamar máximo, seria a FA Cup de 2012/13 que traria ao seu currículo um dos mais importantes momentos. A disputa da mencionada edição da Taça de Inglaterra levá-lo-ia a comandar os seus discípulos até à final. Na peleja esgrimida no Estádio de Wembley, com o paraguaio Alcaráz, antigo defesa do Beira-Mar, presente no “onze”, o treinador orientaria o colectivo sob a sua alçada pelo caminho da vitória. Frente ao Manchester City, o golo conseguido já nos descontos, inscreveria no “placard” final o 1-0 e, com tal resultado, o espanhol entregaria aos escaparates dos “Latics” o almejado troféu.
A conquista do referido título pô-lo-ia, em definitivo, no grupo dos melhores técnicos a trabalhar na Europa. A avaliação dar-lhe-ia a oportunidade de treinar o Everton durante 2 temporadas e meia e, de seguida, aceitaria o convite da Union Royale Belge des Sociétés de Football-Association. À frente dos destinos da selecção da Bélgica a partir de 2016, conseguiria qualificar-se para os Mundiais de 2018 e de 2022 e para o Euro 2020. Ainda assim, talvez pelo facto de orientar uma das melhores gerações do país, a falta de títulos e, acima de tudo, a parca prestação dos “Diables Rouges” no certame organizado no Catar, levá-lo-iam a ser despedido. Não muito tempo depois, com a Federação Portuguesa de Futebol à procura de um sucessor para o Eng. Fernando Santos, Roberto Martínez seria apresentado como o novo seleccionador da “Equipa das Quinas”.

610 - MANUEL MACHADO

Filho de um histórico do Vitória de Guimarães, o guarda-redes António Machado, a sua ligação ao futebol esculpir-se-ia de outras oportunidades. Sem grande carreira dentro das quatro linhas, ou, pelo menos, sem nada de relevante a apontar nesse contexto, Manuel Machado talhar-se-ia no banco dos suplentes.
Treinador de aferido em Portugal, o seu trajecto começaria a delinear-se no emblema onde seu pai é um símbolo. As camadas jovens vimaranenses, naquilo que era o começo dos anos 90, tornar-se-iam no seu tubo de ensaio. Depois veio a intermitência que, ora o punha como adjunto ou interino no Vitória, ora fazia dele o treinador principal de equipas de escalões secundários.
Após estes caboucos, Manuel Machado começaria a solidificar a sua carreira. A transição do Fafe para o Moreirense, haveria de se tornar num ponto fulcral do seu evoluir. Ao encetar esta nova etapa na 2ª divisão “B”, o sucesso que conseguiria ao serviço da formação de Moreira de Cónegos, chamaria a atenção para o trabalho perpetrado. Duas promoções consecutivas e a veleidade de, na época de estreia do clube na 1ª divisão (2002/03), conseguir um lugar tranquilo na tabela classificativa, convertê-lo-iam num treinador a ter em conta.
A partir desta altura, Manuel Machado cimentar-se-ia como um treinador de topo. A sua carreira, que jamais se afastaria do convívio dos grandes palcos, haveria de se construir de emblemas como os da Académica, Sp.Braga, Nacional, de uma curta passagem pelos gregos do Aris de Salónica e, claro, dos regressos a Guimarães. Seria mesmo na “Cidade Berço” que Manuel Machado daria um passo importante na consolidação do seu estatuto de primodivisionário. A obtenção de um 5º lugar na temporada de 2004/05, e a consequente qualificação para as competições europeias da época seguinte, seriam o sustento disso mesmo.
Hoje em dia no Nacional da Madeira, clube que conduziu à estreia europeia, Manuel Machado continua com uma postura singular e, de salutar no mundo do futebol, nada ortodoxa. Muito para além daquilo que põe em campo, da maneira ardilosa como monta as suas estratégias, há as acutilantes tiradas. Dono de uma eloquência distinta, a faculdade com que articula os seus raciocínios, faz dele um orador peculiar. Não é necessário muita pesquisa para que encontremos variadíssimos exemplos. Um desses momentos passar-se-ia após o embate contra o Sporting (2015/16), em que sofreria uma polémica derrota em Alvalade – “Isto deixa-me um pouco triste, ver este país de espinha dobrada, sempre a bater palmas aos Salgados e aos Azevedos e afins e que continua a espezinhar quem ganha o ordenado mínimo e que ainda tem de pagar impostos sobre isso."*.

 
*Em declarações à SportTV, a 21/09/2015

560 - PELLEGRINI

Já era um dos profissionais da Universidad de Chile quando, no final dos anos 70, acaba o curso de Engenharia Civil. Aplicado, tanto dentro do rectângulo de jogo, quanto no campo académico, Pellegrini nunca soube descurar nenhuma destas duas facetas da sua vida. Abraçando os estudos com afinco, sempre soube conciliá-los com a prática desportiva. No futebol, com uma atitude idêntica a tudo o resto na sua vida, procurou alicerçar o seu sucesso numa boa dose de trabalho. Sem ser um futebolista de características inigualáveis, era na sua atitude que o central se distinguia. Muito para além de ser um lutador dentro de campo, Pellegrini era inteligente o suficiente para entender as suas limitações. Por essa razão, depois dos treinos terminarem, era com frequência que os prolongava por mais uma hora, para assim praticar tanto os cabeceamentos, como os remates com o pé esquerdo.
Essa postura, muito mais do que garantir a titularidade no seu clube, acabaria por permitir que fizesse a sua estreia pela equipa nacional. Pelo Chile, e apesar de ainda contar com uma boa quantidade de internacionalizações, 28, nunca disputaria nenhum dos principais certames de selecções.
Também pela Universidad de Chile, que, pela altura, atravessava uma fase má da sua história, os títulos teimavam em não querer fazer parte do seu currículo. A excepção viria com a Taça do Chile de 1979, vencida frente aos rivais do Colo-Colo. Ainda assim, e apesar de parca em troféus, a carreira de Pellegrini haveria de ser suficiente para que merecesse um lugar na história do clube. A jogar na primeira equipa entre 1973 e 1986, as partidas que disputaria durante esses anos, seriam o bastante para que se tornasse num dos atletas que mais vezes vestiu a camisola do emblema de Santiago.
Curioso é, também, o episódio que levaria Pellegrini a decidir-se pela "reforma". Nele, conta-se que a um ressalto de bola vindo do guarda-redes, Pellegrini tentou chegar de cabeça. Foi, então, que um jovem atacante de 17 anos, se acerca por trás dele e ganha o lance nas alturas, acabando por marcar golo. Nessa partida contra o Cobreandino, o rapaz em questão dava pelo nome de Iván Zamorano - "se soubesse onde havia de chegar, não me tinha retirado, tinha jogado dois anos mais"*.
Como treinador, a sua vida começaria no emblema onde sempre havia jogado. Também nestas funções, haveria de ficar ligado à história do clube... desta feita, pela negativa!!! Ironicamente, ele que será sempre uma das figuras de proa da Universidad de Chile, teria como estreia o seu primeiro desaire. Numa época atribulada, em que as coisas já começaram mal, pior ainda acabariam. Pellegrini, sem conseguir dar resposta aos maus resultados, acaba por ver aquilo que, certamente, nunca havia planeado. Conclusão: um golo de diferença, seria suficiente para que a equipa, pela primeira vez na sua existência, fosse despromovida ao segundo escalão.
Em 1994, já depois de passar por alguns emblemas de menor monta, chega a outro grande chileno. Aos comandos da Universidad Católica, começa a ganhar algum currículo. Vence a Copa Interamericana e a Taça do Chile. Contudo, o campeonato acabaria sempre nas mãos de outro... nomeadamente da Universidad de Chile!!!
Estranhamente, seria a saída para outro país que mudaria o rumo à sua sorte. Seria no Equador, ao serviço do LDU Quito, que ganharia o seu primeiro campeonato. Depois, veio a aposta em clubes argentinos: primeiro, à frente do San Lorenzo, onde venceria o Campeonato Clausura e a Copa Mercosur; e depois, já a comandar os destinos do River Plate, onde ganharia mais um Campeonato Clausura.
Estes títulos levá-lo-iam à Europa. Em Espanha ganharia notoriedade ao conseguir, com equipas mais pequenas, imiscuir-se na luta de Real Madrid e Barcelona. Se à frente do Villarreal atingiria um segundo posto (2007/08) e os quartos-de-final da "Champions" (2008/09), também no banco do Málaga seria a Liga dos Campeões e, mais uma vez, a qualificação para os quartos-de-final da prova que o poriam nas bocas do mundo.
É certo que, entre estes dois trabalhos, houve um "tropeção" chamado Real Madrid. Mas mesmo assim, a sua credibilidade não pareceu ficar muito afectada. A prova disso veio com a aposta do Manchester City. Em Inglaterra, finalmente pode demonstrar que também tem estaleca para comandar grandes equipas, vencendo, na temporada de 2013/14, a "Premier League".

536 - JOSÉ COUCEIRO

Quando, dentro do contexto futebolístico, usamos a palavra "polivalência", imediatamente pensamos num jogador que tanto joga numa posição, como noutra. Contudo, para José Couceiro esse conceito de "homem dos sete ofícios" acabaria por ter um horizonte bem mais largo...
No futebol entrou como praticante. Às costas levava um apelido de respeito e, por que não dizê-lo, uma grande cruz! Talvez, por não querer comparações com aquele que no desporto mais avante levou o nome Peyroteo, José couceiro nunca utilizou como identidade futebolística o nome do seu tio-avô. Diferenças entre os dois, muitas haveria para apontar. No entanto, em comum estava a paixão pelo "verde e branco" das listadas camisolas do Sporting. Seria, então, por Alvalade, já depois de também ter feito caminho ao serviço do Belenenses, que José Couceiro termina a sua formação como jogador. Estávamos em 1981 e nos "Leões", para a posição de defesa central, pontuavam nomes como os de Eurico, Bastos ou Zezinho. Como é lógico, com tão forte concorrência, não teve ele outra escolha se não a de  evoluir no seio de outro plantel.
O passo seguinte levá-lo-ia ao Montijo, sendo que a equipa da margem Sul do Rio Tejo militava, por essa altura, na 2ª Divisão. Um ano passado sobre a sua estreia no universo dos seniores, Couceiro muda de camisola, passando a envergar as cores do Barreirense. Mas ao contrário do que, provavelmente, seria o seu objectivo, José Couceiro continuaria a desenvolver o seu futebol no escalão secundário. Aliás, seria sempre nesse patamar que haveria de traçar o seu trajecto enquanto jogador.
Seguiram-se Atlético, Torreense, Oriental e Estrela da Amadora, até que, com apenas 29 anos decide pôr um ponto final na sua passagem pelos relvados. Por esta altura, 1992, a sua ligação com o Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol já durava há alguns anos. Tendo tido diferentes funções em direcções anteriores, é em 1993 que Couceiro decide candidatar-se à Presidência do organismo em questão. Vence o sufrágio e pelo cargo, com duas novas reeleições, mantem-se até Janeiro de 1998.
Mais uma vez, o rumo do antigo atleta volta a mudar de direcção. Desta feita, vai de encontro ao desafio lançado por José Roquette, e é nomeado para Director do futebol do Sporting. A ligação ao clube acaba por não durar muito tempo, mas, logo de seguida (Abril de 1999), tomado pelo "bichinho" da gestão, aceita a proposta de Luís Filipe Viera para, no Alverca, ocupar cargo idêntico.
É já no emblema ribatejano que a vida de José Couceiro tem novo volte-face. Em 2002/03 decide-se, então, pela carreira de treinador. Começa, como já o disse, pelo Alverca e, em pouco mais de 2 anos, depois de uma passagem brilhante pelo Vitória de Setúbal, vê a porta do Estádio do Dragão a abrir-se para si. Mas se a sua ascensão acaba por ser espantosa e, de alguma forma, igualmente promissora, já a sua chegada ao FC Porto coincide com a ressaca da vitória na Liga dos Campeões.
Se bem se lembram essa foi uma altura conturbada no clube, em que, na dita época (2004/05), por lá passaram três treinadores. Ora, a instabilidade vivida nos "Azuis e Brancos " acabaria por prejudicar o trabalho de José Couceiro. 

Daí em diante começa um longo périplo que o levaria a diversos países, clubes e selecções. Após orientar a selecção Lituana, os turcos do Gaziantepspor, o Sporting, o Lokomotiv de Moscovo, entre mais alguns, chega esta temporada (2014/15), ao Estoril-Praia. Pela frente terá o fardo de suceder a Marco Silva que, indubitavelmente, foi o melhor treinador da história da equipa da Linha de Cascais. Por outro lado, chega numa altura em que o clube tem uma estrutura sólida, permitindo um trabalho sustentado e com óptimas condições para trilhar um caminho de sucesso.

529 - MARCO SILVA

Apesar de uma carreira bastante longa, Marco Silva nunca chegaria à ribalta do futebol nacional. Com passagens por alguns emblemas com tradição em Portugal, essas mesmas acabariam quase sempre por coincidir com uma fase menos boa desses clubes e, desse modo, longe dos palcos primodivisionários. As únicas excepções nesse seu trajecto, acabariam por ser ao serviço do Belenenses (1996/97) e, anos mais tarde, em representação do Campomaiorense (1999/00).
Se durante esses anos, o seu currículo raramente o mostrou fora de uma segunda linha, seria nesses mesmos escalões que a história de Marco Silva começaria a mudar. Depois de envergar, para além das já referidas, as cores de clubes como o Atlético, Trofense, Rio Ave, Sp. Braga (nunca saiu da equipa "b"), Salgueiros e Odivelas, chega a vez do amarelo do Estoril-Praia. É nos "Canarinhos", clube que representou por mais anos seguidos, que outra característica começa a destacar-se no antigo lateral-direito. Muito para além daquilo que era dentro de campo, Marco Silva mostrava-se, igualmente, como um grande parceiro dentro do balneário. Essa sua camaradagem, a maneira como apaziguava os anseios dos seus colegas, ou, se quiserem, a sua capacidade de liderança, levá-lo-ia a envergar a braçadeira de capitão. Muitas responsabilidades se ergueram nesse novo desafio. Há que ter em conta que o Estoril-Praia, por essa altura, atravessava uma grave crise financeira. Salários em atraso e o descontentamento daqueles com quem partilhava o dia-a-dia, acabariam por ser algumas das dificuldades que haveria de enfrentar.
Mas tão bom foi o seu desempenho como "líder do balneário" que, finda a sua carreira nos relvados, Marco Silva seria convidado pelos da "Linha de Cascais", para assumir um cargo como Director-Desportivo. Pouco tempo duraria nessa posição, pois o despedimento do treinador Vinícius Eutrópio, levá-lo-ia a enfrentar novo desafio. Já como o máximo responsável técnico pela equipa, Marco Silva começa a sair do (relativo) anonimato. Conduz os seus pupilos, nessa temporada de 2011/12, a uma campanha magnífica na 2ª Liga, onde, para além da promoção, conseguiria levar o Estoril-Praia a terminar no primeiro posto da tabela classificativa.
Ano seguinte, novo desafio!!! Ora, para a temporada de 2012/13, aquilo que a lógica ditava, ou seja, a luta por um dos lugares da manutenção, acabaria por se tornar num momento singular para o clube e para si. Ao atingir o 5º lugar, Marco Silva conseguiria garantir o seu lugar na história, como o primeiro treinador a levar os "Canarinhos" a uma prova organizada pela UEFA.
Mais uma época e, mais uma vez, o Estoril-Praia repete o feito, qualificando-se para as provas europeias. Por essa altura, o seu nome já não era o de alguém que, a escassos intervalos, era ouvido. Se havia vaticínios, mormente na comunicação social, era agora para alvitrar qual dos "Grandes" garantiria o seu concurso.
Quem ganharia essa tal “corrida” acabaria por ser o Sporting. Hoje em dia nos "Leões", os desafios que se lhe apresentam são enormes. Primeiro, o de dar continuidade ao excelente trabalho feito por Leonardo Jardim. Segundo, não claudicar perante a ansiedade dos adeptos que, tendo visto o seu clube a atravessar uma fase terrível, querem agora sentir, erguidos que estão de novo, o "sabor" dos títulos.