Formado nas “escolas” do Vitória Sport Clube, Alfredo da Costa Silva Guimarães teria a primeira oportunidade na equipa principal dos “Conquistadores”no decorrer da temporada de 1972/73. Lançado por Mário Wilson, o jogador, caracterizado pela baixa estatura, mas igualmente pela velocidade e habilidade acima da média, revelaria a capacidade para, ao longo de uma carreira dada mormente aos trabalhos consignados aos intérpretes posicionados nas vertentes periféricas do campo, desempenhar diferentes tarefas. Inicialmente como avançado-centro, mas a destacar-se como extremo-esquerdo para, mais tarde, passar a cumprir as funções de um defesa canhoto ou dextro, o jovem praticante, ainda assim, demoraria algum tempo até conseguir impor-se como um elemento preponderante nas escolhas técnicas. Nesse sentido, após o arranque da caminhada entre os seniores, nomeadamente na campanha seguinte ao já referido encetar de actividades, o atleta haveria de passar por um empréstimo e seria a AD Fafe, depois de uma curta viagem dentro do Minho, a recebê-lo nas contendas agendadas para 1973/74.
Os parâmetros competitivos sublinhados durante a cedência aos homens a equipar de amarelo, serviriam para assegurar o seu regresso à “Cidade Berço”. De volta ao grupo de trabalho do Vitória Sport Clube, Alfredo Guimarães, ainda orientado pelo “Velho Capitão”, teria na época de 1974/75 um acréscimo considerável de presenças em campo. Ainda no que respeita a esses números, a campanha seguinte, em semelhança com a anterior, seria bastante importante. No entanto, a temporada de 1975/76 teria outra magia, com a chegada dos minhotos à derradeira etapa da Taça de Portugal a conferir outro “élan” aos desempenhos do jogador. Na apelidada “Prova Rainha”, chamado por Fernando Caiado à final, o defesa apresentar-se-ia no Estádio das Antas como um dos nomes arrolados à titularidade. Infelizmente para o seu lado, o 2-1 registado no “placard” seria favorável ao Boavista e o troféu partiria em direcção aos escaparates do Bessa.
Daí em diante, Alfredo Guimarães passaria a assumir-se como um dos elementos regularmente chamados ao “onze” inicial. O lateral-esquerdo, que seria convocado aos trabalhos dos conjuntos sob a alçada da Federação Portuguesa de Futebol e que, sem nunca ter jogado com as cores lusas, haveria de ocupar um lugar no banco de suplentes da equipa “B”, passaria a ser aferido como uma das figuras mais proeminentes nos desenhos tácticos do Vitória Sport Clube. Todavia, mesmo com a ligação entre a agremiação e o jogador a cimentar-se, só no que à camisola principal diz respeito, no decorrer de 7 anos, o termo da ligação entre ambos conheceria o fim com o remate das provas de 1979/80 e a escolha do atleta, para dar seguimento à carreira enquanto futebolista, recairia no Belenenses.
No Restelo a partir de 1980/81, a entrada de Alfredo Guimarães no grupo de trabalho dos “Azuis” em pouco alteraria a condição de titular trazida de anos anteriores. Já a temporada seguinte, tanto em termos pessoais, mas principalmente na avaliação atribuída ao colectivo “alfacinha”, ficaria bem abaixo do expectável. Alias, a última jornada do Campeonato Nacional de 1981/82 selaria algo de insólito no futebol português. Com a inédita descida do Belenenses a acentuar negativamente um ano menos conseguido por parte do defesa-lateral, a mudança de colectividade, ainda assim, levá-lo-ia até a um Ginásio de Alcobaça a estrear-se no escalão máximo. Como elemento do emblema sediado na Região Oeste, o atleta, em 1982/83, voltaria a desiludir-se na luta pela permanência. No seguimento de mais uma despromoção, uma nova transferência afastá-lo-ia, em definitivo, das contendas primodivisionárias e o Desportivo de Chaves, a AD Fafe, o Beira-Mar, o Paredes e o Celoricense completariam uma caminhada que, como futebolista, findaria em 1990/91.
Depois de “penduradas as chuteiras”, Alfredo Guimarães manter-se-ia ligado à modalidade e entre as funções de treinador-adjunto e técnico-principal, o antigo defesa teria experiências, a exemplo, na AD Fafe e Pevidém.
Os parâmetros competitivos sublinhados durante a cedência aos homens a equipar de amarelo, serviriam para assegurar o seu regresso à “Cidade Berço”. De volta ao grupo de trabalho do Vitória Sport Clube, Alfredo Guimarães, ainda orientado pelo “Velho Capitão”, teria na época de 1974/75 um acréscimo considerável de presenças em campo. Ainda no que respeita a esses números, a campanha seguinte, em semelhança com a anterior, seria bastante importante. No entanto, a temporada de 1975/76 teria outra magia, com a chegada dos minhotos à derradeira etapa da Taça de Portugal a conferir outro “élan” aos desempenhos do jogador. Na apelidada “Prova Rainha”, chamado por Fernando Caiado à final, o defesa apresentar-se-ia no Estádio das Antas como um dos nomes arrolados à titularidade. Infelizmente para o seu lado, o 2-1 registado no “placard” seria favorável ao Boavista e o troféu partiria em direcção aos escaparates do Bessa.
Daí em diante, Alfredo Guimarães passaria a assumir-se como um dos elementos regularmente chamados ao “onze” inicial. O lateral-esquerdo, que seria convocado aos trabalhos dos conjuntos sob a alçada da Federação Portuguesa de Futebol e que, sem nunca ter jogado com as cores lusas, haveria de ocupar um lugar no banco de suplentes da equipa “B”, passaria a ser aferido como uma das figuras mais proeminentes nos desenhos tácticos do Vitória Sport Clube. Todavia, mesmo com a ligação entre a agremiação e o jogador a cimentar-se, só no que à camisola principal diz respeito, no decorrer de 7 anos, o termo da ligação entre ambos conheceria o fim com o remate das provas de 1979/80 e a escolha do atleta, para dar seguimento à carreira enquanto futebolista, recairia no Belenenses.
No Restelo a partir de 1980/81, a entrada de Alfredo Guimarães no grupo de trabalho dos “Azuis” em pouco alteraria a condição de titular trazida de anos anteriores. Já a temporada seguinte, tanto em termos pessoais, mas principalmente na avaliação atribuída ao colectivo “alfacinha”, ficaria bem abaixo do expectável. Alias, a última jornada do Campeonato Nacional de 1981/82 selaria algo de insólito no futebol português. Com a inédita descida do Belenenses a acentuar negativamente um ano menos conseguido por parte do defesa-lateral, a mudança de colectividade, ainda assim, levá-lo-ia até a um Ginásio de Alcobaça a estrear-se no escalão máximo. Como elemento do emblema sediado na Região Oeste, o atleta, em 1982/83, voltaria a desiludir-se na luta pela permanência. No seguimento de mais uma despromoção, uma nova transferência afastá-lo-ia, em definitivo, das contendas primodivisionárias e o Desportivo de Chaves, a AD Fafe, o Beira-Mar, o Paredes e o Celoricense completariam uma caminhada que, como futebolista, findaria em 1990/91.
Depois de “penduradas as chuteiras”, Alfredo Guimarães manter-se-ia ligado à modalidade e entre as funções de treinador-adjunto e técnico-principal, o antigo defesa teria experiências, a exemplo, na AD Fafe e Pevidém.
