Consta, em alguns registos, que terá chegado ao Benfica vindo do modesto Atlético de Reguengos. Tendo como certa essa transferência, a verdade é que Miguel Lourenço não terá deixado intimidar-se pela diferente grandeza das duas colectividades. Já ao serviço das “Águias”, o extremo, mesmo sem ser titular absoluto, conseguiria mostrar boas qualidades. Bastante utilizado nessa temporada de 1939/40, o atacante, nas duas campanhas seguintes, começaria a perder algum espaço. Ainda assim, o seu contributo serviria para que os “Encarnados” vencessem alguns títulos. Nesses 3 anos em que jogaria pela categoria principal, o atleta amealharia 1 Campeonato de Lisboa, 1 Taça de Portugal e, mesmo sem nunca ter sido chamado a jogo, faria parte do grupo que venceria o Campeonato Nacional de 1941/42.
Depois de um hiato de 2 anos, cujo seu paradeiro não consegui apurar, Miguel Lourenço aparece nos quadros do Estoril-Praia. A partir dessa temporada de 1944/45 e até ao fim da sua carreira como futebolista, o extremo passaria a envergar o amarelo dos da Linha de Cascais. Porém, e ao contrário daquilo que poderíamos concluir, a mudança de clube acabaria por não ser um revés na caminhada desportiva do atacante. Aliás, a sua passagem pelos “Canarinhos”, muito mais do que manter o atleta a disputar a 1ª divisão, serviria para que conseguisse atingir o patamar internacional.
Com as cores de Portugal, incluindo uma partida pelos “BB”, o avançado jogaria em 3 diferentes ocasiões. Tendo, pela mão do seleccionador Tavares da Silva, feito a estreia em Junho de 1946, Miguel Lourenço só voltaria a representar os “AA” do nosso país passados quase 3 anos. Depois da vitória por 3-1 no particular frente à República da Irlanda, o extremo regressaria aos trabalhos da principal equipa nacional em Fevereiro de 1949. No desafio frente à congénere italiana, e já sob a alçada de Armando Sampaio, a ajuda do atacante não evitaria a derrota por 4-1. No entanto, na ficha de jogo ficaria inscrito o seu nome, como o autor do golo português.
Apesar de não ser um dos grandes ícones do desporto nacional, a conclusão a que facilmente podem chegar, é que Miguel Lourenço conseguiu edificar uma carreira muito acima da média. Tendo chegado a internacional, também os seus números no Campeonato são de relevo. Com 10 temporadas disputadas no escalão máximo do futebol português, os registos do extremo leva-nos para a sua presença em mais de uma centena e meia de contendas. Também nos remates certeiros, os números são espantosos. Se tivermos em conta que a sua posição não era a que mais favorecia a marcação de golos, os 84 tentos, só naquela que é a principal prova nacional, também é uma marca de respeito.
Depois de um hiato de 2 anos, cujo seu paradeiro não consegui apurar, Miguel Lourenço aparece nos quadros do Estoril-Praia. A partir dessa temporada de 1944/45 e até ao fim da sua carreira como futebolista, o extremo passaria a envergar o amarelo dos da Linha de Cascais. Porém, e ao contrário daquilo que poderíamos concluir, a mudança de clube acabaria por não ser um revés na caminhada desportiva do atacante. Aliás, a sua passagem pelos “Canarinhos”, muito mais do que manter o atleta a disputar a 1ª divisão, serviria para que conseguisse atingir o patamar internacional.
Com as cores de Portugal, incluindo uma partida pelos “BB”, o avançado jogaria em 3 diferentes ocasiões. Tendo, pela mão do seleccionador Tavares da Silva, feito a estreia em Junho de 1946, Miguel Lourenço só voltaria a representar os “AA” do nosso país passados quase 3 anos. Depois da vitória por 3-1 no particular frente à República da Irlanda, o extremo regressaria aos trabalhos da principal equipa nacional em Fevereiro de 1949. No desafio frente à congénere italiana, e já sob a alçada de Armando Sampaio, a ajuda do atacante não evitaria a derrota por 4-1. No entanto, na ficha de jogo ficaria inscrito o seu nome, como o autor do golo português.
Apesar de não ser um dos grandes ícones do desporto nacional, a conclusão a que facilmente podem chegar, é que Miguel Lourenço conseguiu edificar uma carreira muito acima da média. Tendo chegado a internacional, também os seus números no Campeonato são de relevo. Com 10 temporadas disputadas no escalão máximo do futebol português, os registos do extremo leva-nos para a sua presença em mais de uma centena e meia de contendas. Também nos remates certeiros, os números são espantosos. Se tivermos em conta que a sua posição não era a que mais favorecia a marcação de golos, os 84 tentos, só naquela que é a principal prova nacional, também é uma marca de respeito.









